Dando sequência a um inquérito civil que apura o atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em Taquara, o Ministério Público realizou ainda no final de 2011, pela Promotoria da Infância e Juventude, vistoria aos dois lares que estão prestando este serviço no município. Segundo o promotor Márcio Bressani , nenhuma irregularidade foi constatada. A meta agora é resolver dois problemas: o atendimento aos bebês e também aumentar o número de vagas para crianças e adolescentes.
Em entrevista ao Panorama, o promotor explicou que a visita às instituições partiu de uma reunião realizada no Ministério Público, em que se discutiu o fechamento da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Apromin). Segundo Márcio, o que se constatou, tanto no Lar das Meninas quanto o Lar Padilha, é que as instituições vêm cumprindo o seu papel, dentro das condições estruturais e financeiras de cada uma delas, respeitando também os conceitos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prega o acolhimento como uma medida provisória.


