Uma disputa interna travada no âmbito das Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL’s) do Estado chamou atenção da mídia gaúcha no final do ano passado. Trata-se da questão que envolve o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Em defesa da continuidade do caráter associativo do serviço, esteve um três-coroense, o empresário Vitor Augusto Koch (foto), que dirige a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) do Rio Grande do Sul.
No último dia 31, Vitor concedeu entrevista ao Panorama, onde relatou um pouco sobre o problema envolvendo o SPC. Ele contou que o serviço foi criado por um grupo de empresários que buscava mecanismos para evitar prejuízos com a inadimplência. Nos primeiros anos, o SPC funcionava de modo arcaico, com as conhecidas “listas negras” distribuídas entre os próprios comerciantes. Com o avanço da tecnologia, lembra Vitor, as CDL’s tomaram para si a tarefa de formar bancos de dados com as informações de restrições ao crédito.
Nos últimos anos, segundo ele, o trabalho vinha sendo realizado sob coordenação da FCDL. A entidade firmou em 2006 um contrato de cinco anos com a CDL de Porto Alegre, pelo qual esta ficaria responsável pelo gerenciamento dos dados.


