Elizabete Kohlrausch, 50 anos, natural de Gramado, é advogada e diretora da Aposentar Assessoria Previdenciária. Casada com Carlos Winter (57).
Conte sobre sua trajetória profissional: Meu pai era funcionário da previdência. Mais tarde, quando ele se tornou advogado, perguntei se não poderia aprender com ele para em seguida trabalharmos juntos. Ele me disse para montar o escritório e, em 15 dias, já estava com tudo pronto. No início, até eu me formar, o escritório atuava somente na área administrativa.
Qual sua impressão de Taquara?
A cidade é bem localizada, mas falta união entre as pessoas. A impressão que tenho é de que os políticos e lideranças do município não querem desagradar ninguém. Por isso evitam decisões polêmicas, como a situação da Tristão Monteiro, por exemplo. A rua deveria ser mão única e não permitir trânsito pesado.
Quais são suas principais características pessoais?
Além de ser uma pessoa simples, também sou sincera e responsável.
O que gosta de fazer nas horas vagas?
Sou eclética. Gosto de caminhar, ler, assistir filmes e navegar na internet.
Como conheceu seu esposo e o que mais admira nele?
Quando era adolescente, eu e um grupo de amigas frequentávamos a lancheria Novo Ponto. Ali foi quando iniciamos um bate papo e logo percebemos uma afinidade. O Carlos é uma pessoa muito culta e inteligente. Ele conversa sobre vários assuntos, pois gosta de ler, além de ser muito companheiro.
Quais as dúvidas mais frequentes sobre aposentadoria?
As pessoas acham que mesmo tendo o tempo necessário de contribuição, ainda falta completar certa idade, o que não é verdade. Isto somente é válido para os servidores públicos e não para os contribuintes do INSS.
O que o levou a optar por esta profissão?
Sempre tive senso de responsabilidade e queria ajudar as pessoas a resolverem seus problemas.
Qual sua preocupação na educação dos filhos hoje?
Ainda existe educação hoje? Hoje o que se vê são as pessoas perdendo o bom senso. Educação é o que se aprende em casa. Os adolescentes estão cada vez lendo menos e desaprendendo a ler e interpretar textos.
O que a tira do sério?
A falta de educação no trânsito e no modo geral.
Planos para o futuro?
Consolidar o escritório no novo endereço e intensificar nossa atuação na área previdenciária.
Estilo musical: Tenho um gosto diversificado. A música depende do momento. Só não gosto de funk.
Prato predileto: Arroz com galinha preparado por minha mãe.
Uma mania: Muito crítica e perfeccionista.
Uma qualidade: Espontânea.
Um lugar: Canadá.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal. Feliz são as pessoas que gostam do próprio lar e tratam o próximo como gostariam de ser tratados. Isto bastaria para resolver os problemas do mundo.


