Na audiência pública em que foram definidos os cursos da unidade de Rolante do Instituto Federal de Educação, o pró-reitor de Desenvolvimento Institucional, Augusto Massashi Horiguti (foto), destacou que o estudante do órgão sairá formado para o mercado de trabalho. “Ele vai aprender uma profissão”, salientou. Segundo Horiguti, a construção da unidade rolantense faz parte de uma segunda fase do processo de expansão das escolas técnicas federais, que vem sendo conduzida pelo Ministério da Educação em todo o Brasil.
O pró-reitor disse que a escolha de Rolante teve impulso em função do movimento popular formado pela região para conquistar o educandário federal. “A movimentação de toda a região foi decisiva”, frisou. Segundo ele, a escola contará com salas de aula e estrutura adequadas para o desenvolvimento de um ensino de qualidade, além de oferecer o ensino médio em seus certames seletivos. O processo de entrada na escola, segundo Horiguti, será definido a partir do início dos trabalhos, mas ele explicou que, na maioria dos campus do Instituto Federal, o método é a aplicação de provas de seleção dos alunos, uma vez que a demanda tem sido sempre maior do que a oferta. Para salientar a importância do investimento no setor educacional, Horiguti é categórico: “cada escola que nós construímos hoje é um presídio a menos no futuro”, explicou.


