Segundo divulgado hoje pela imprensa da Capital, a Polícia Civil encaminhou ontem à Procuradoria de Prefeitos do Ministério Público relatório de conclusão da operação que investigou supostas irregularidades em contratos de oito prefeituras do Estado com a empresa PPG Comunicação. No documento, a polícia diz ter encontrado indícios de que dois prefeitos – João Carlos Brum, de Alvorada, e Gilda Kirsch, de Parobé, e outras 16 pessoas teriam cometido crimes. A Polícia pediu a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, a decretação da prisão preventiva do prefeito de Alvorada e dos outros 16 suspeitos, sendo que dois são sócios da PPG, e o afastamento de quem estiver ocupando função pública. Gilda é a única que não tem pedido de prisão.
Conclusões e pedidos serão analisados pela Justiça
Segundo as informações divulgadas hoje pela imprensa da Capital, em relação às demais Prefeituras que tiveram contratos sob investigação, o relatório explica que está sendo aguardada a análise de documentos para que se verifique eventual responsabilidade penal. O Ministério Público vai verificar se há elementos para denunciar os suspeitos, se é o caso de aprofundar as investigações ou até mesmo de arquivamento das suspeitas.


