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Trabalho sobre a simbologia na arquitetura foi destaque

A pesquisa realizada pelos alunos Artur Passos, Camila Gusmão, Cristina Marques, Eduardo Esprandel, Grazielle Pinotti, Igor Marques, Juliano Oliveira, Tauane

A pesquisa realizada pelos alunos Artur Passos, Camila Gusmão, Cristina Marques, Eduardo Esprandel, Grazielle Pinotti, Igor Marques, Juliano Oliveira, Tauane Friedrich e Ygor Albuquerque, da turma 221, intitulada “Patrimônio Oculto: Simbologia na arquitetura taquarense” foi escolhida como o melhor trabalho da terceira mostra de Saberes do Santa, tanto na avaliação popular, quanto técnica.

Coordenados pelo professor Maicon Diego Rodrigues, o trabalho na área de ciências humanas buscou revelar detalhes que passam despercebidos em antigas residências do município, e associá-los à Maçonaria. Muitos símbolos se encontram no topo de casarões e prédios. De acordo com o orientador Maicon, detalhes como Anjos, conchas e Ramos, são desconhecidos como símbolos Maçônicos pela maioria das pessoas. Um dos símbolos revelados pela pesquisa foi o triangulo que dá o formato à Praça Marechal Deodoro. Com o antigo chafariz posicionado ao centro, o logradouro possuía a forma do símbolo chamado “Olho Que Tudo Vê”. Este símbolo significa, na maçonaria, um lembrete de que sempre são observados pelo Grande Arquiteto do Universo.  Símbolo semelhante aparece na torre da Igreja Católica, exibido em todas as direções um triângulo com um círculo central.

Os alunos também procuraram informações sobre o fundador de Taquara, Tristão Monteiro, que através de entrevistas e pesquisas, foi apontado como adepto da maçonaria. De acordo com o professor Maicon, maçonaria é a palavra que surgiu do idioma francês maçonnerie, que pode significar pedreira ou alvenaria. Um dos símbolos apresentados na pesquisa foi descoberto por acaso.

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