Sandrini Sironi Jung, 30 anos, é natural de Taquara. Filha de João Ricardo Sironi (56) e Vanda Sironi (54). É formada em Direito pela Unisinos e atualmente diretora do Procon de Taquara.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Comecei a trabalhar por volta dos 16 anos de idade. Fui secretária da academia Andanças e também trabalhei como estagiária no departamento pessoal do antigo S.N. Müller. No período da faculdade também estagiei no escritório de advocacia do Dr. Júlio Cezar e ainda no gabinete do juiz da 1ª Vara de Taquara. Depois de ter concluído o curso de Direito, trabalhei como advogada aqui em Taquara. Após, fiquei fora da cidade por um período aproximado de três anos e, agora, estou de volta.
O que representa para você ter assumido a diretoria do Procon?
Foi um reconhecimento da minha capacidade profissional e demanda uma grande confiança por parte da atual administração. Para mim, representa uma grande satisfação poder atuar neste órgão de proteção e defesa do consumidor.
Fale sobre a importância e a atividade desempenhada pelo órgão em que você atua.
O Procon é de fundamental importância para o município, pois presta atendimentos relacionados às demandas de consumo e, também, a título informativo no que diz respeito aos direitos e deveres do consumidor. Contudo, o Procon de Taquara somente está autorizado a atender consumidores residentes no município ou pessoas que tenham adquirido algum bem ou produto no comércio local. Esta atividade, para mim, é basicamente social, uma vez que, além de solucionar as demandas, faço o papel de educadora para o consumo consciente.
De que maneira você define o consumidor de hoje?
Eu diagnostico que o consumidor ainda não atingiu uma consciência plena sobre seus direitos e deveres. Inclusive, um dos objetivos da política de defesa do consumidor desenvolvida em Taquara deverá passar pela aprovação de um projeto social, já encaminhado ao Procon Estadual. Trata-se da iniciativa intitulada “Procon nas comunidades”, que visa basicamente à orientação para o consumo.
Quais são suas impressões de Taquara?
Sou suspeita para falar, pois sou filha desta terra e gosto muito de morar e trabalhar aqui. Tenho uma afinidade muito grande com o povo taquarense e acredito muito no potencial do município, pois, se todos unissem forças, nossa cidade ocuparia novamente uma posição de destaque, tanto no contexto local quanto no regional.
Como você se autodefine?
Sou uma pessoa paciente, persistente, sincera. Detesto injustiça e sou transparente nos meus atos.
O que gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de viajar, ler, estar com a família e com os amigos e cuidar das minhas três cadelinhas de estimação.
O que lhe tira do sério?
As meias palavras, hipocrisia, e injustiças.
Quais são seus planos para o futuro?
Como planos pessoais, pretendo aprimorar meus conhecimentos, cursando uma pós-graduação em Direito do Consumidor ou em Direito Municipal. Em relação ao Procon, pretendo me dedicar ao máximo à essa tarefa que me foi delegada pela atual administração.
Uma mania: perfeccionismo.
Um lugar: os cânions de Aparados da Serra, em especial, Fortaleza e Malacara.
Uma lembrança: o cheiro das maçãs expostas na fruteira Reinehr (que localizava-se na esquina das ruas Tristão Monteiro e General Frota).
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