IGREJINHA – A preocupação com o crescimento da Oktoberfest é constante na diretoria da Amifest. No ano passado, um dos atos foi a compra de um terreno de 6,5 hectares, que fica nos fundos do parque, numa forma de garantir a ampliação da atual estrutura, evitando também que se perca a atual entrada pelos fundos. O ex-presidente da festa, Sérgio Lampert, lembrou em coletiva de imprensa na semana passada, que a atual entrada frontal está estrangulada pela existência de prédios, impedindo o seu crescimento, e que, por isso, não se poderia perder a área de terras dos fundos.
Dentro da questão de infraestrutura, a Amifest também conquistou, no ano passado, verba de R$ 1,1 milhão para a construção de um centro cultural no Parque Almiro Grings. Para tratar destes dois investimentos, a entidade organizadora e a Prefeitura constituíram uma comissão, que vai fazer um estudo do Plano Diretor do parque. Segundo Leandro Kunst, atual vice-presidente da Oktoberfest, será estudada a destinação do novo terreno, além do local em que será construído o centro cultural.
Além disso, a comissão do Plano Diretor, composta por membros da Amifest e da Prefeitura, vai estudar um regramento de utilização do parque. A ideia é possibilitar, por exemplo, que o local sedie promoções durante todo o ano, como já acontece, mas que estes eventos tenham um regramento a cumprir. Quando acontece uma promoção atualmente, por exemplo, não há uma fiscalização sobre as condições em que o parque é entregue após o seu término. Algumas medidas foram tomadas pela comissão, como um cadastro e monitoramento constante de todos os veículos que acessam o parque da Oktoberfest, medida que vem funcionando desde o começo do ano.


