Geral

Palestra abordou questões de riscos e segurança na internet

O auditório da Unipacs sediou, na noite da última segunda-feira, uma palestra apresentada pelo técnico em segurança e sistemas, Cristiano

O auditório da Unipacs sediou, na noite da última segunda-feira, uma palestra apresentada pelo técnico em segurança e sistemas, Cristiano Goulart Borges, que abordou o tema Segurança Digital. Natural de Bagé, Cristiano disse que encontrou nas palestras uma maneira de atingir todos os públicos, pois percebeu em sua própria casa, através de seus pais e irmãos, os riscos que a internet oferece às pessoas de uma mesma família.
De acordo com Cristiano, que também é professor, são criados cerca de 73 mil novos vírus diariamente. O palestrante alertou para o perigo de não atualizar o antivírus, mesmo os gratuitos. “Os antivírus gratuitos são muito perigosos, pois transmitem a falsa sensação de segurança. As pessoas costumam não levar a sério questões de políticas de segurança na internet, até que se tornem vítimas de algum golpe. Cerca de 7% dos jovens, no Brasil, já fizeram contato com alguém que conheceram através de redes sociais. O Facaebook possui cerca de 83 milhões de perfis falsos”, alertou.
O palestrante informou que muitos usuários usam as redes sociais para obterem informações de pessoas, que, de maneira ingênua, se expõem excessivamente nas redes sociais. “Nosso maior inimigo na internet somos nós mesmos. Não podemos deixar para pensar em segurança somente após acontecer algum problema. Geralmente, as pessoas costumam usar senhas fracas, com caracteres curtos, facilitando o acesso dos invasores. O pior é quando usam a mesma senha para todos os serviços”, observou.
Segundo Cristiano, 50% dos adolescentes apagam seu histórico de navegação na internet, enquanto que 68% das crianças usam as redes sociais. Cerca de 28% das crianças divulgam a escola que freqüentam e 12% informam o número de telefone de sua residência. “Estes dados, disponibilizados pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, servem de alerta aos pais, que, em 61% dos casos, esperam que a escola aborde os riscos da navegação na rede, o que nem sempre acontece”, finalizou.

Leave a Reply