Geral

Patrão do CTG diz que tamanho da sede campestre dificulta manutenção

Possuindo uma área de 18 hectares, a sede campestre do CTG O Fogão Gaúcho, localizada próximo à Avenida Faccat, na

Possuindo uma área de 18 hectares, a sede campestre do CTG O Fogão Gaúcho, localizada próximo à Avenida Faccat, na ERS-115, possui campos de futebol, vôlei, cancha de bocha, área para camping e piscina, além da pista do Autódromo Municipal. Genílton Altmayer, patrão do CTG, disse que a escassez de recursos financeiros só permite a manutenção do Parque Anibaldo Renck antes de eventos agendados, e que a falta de interesse dos associados em ocupar a área para lazer contribui para o aspecto de abandono do parque.
Questionado sobre a interdição do espaço antes ocupado pelo restaurante da sede campestre, Genílton comentou que estão sendo providenciadas as alterações solicitadas pelo Corpo de Bombeiros, como barras antipânico em duas portas, extintores e um plano de prevenção contra incêndios, além de novas luzes de emergência, pois as que estavam instaladas anteriormente foram furtadas. “Estamos correndo atrás de recursos, pois já havíamos gasto em melhorias com segurança na sede social. Infelizmente, muitos criticam e poucos ajudam”, explicou.
O patrão do CTG também falou sobre planos de um melhor aproveitamento da sede campestre, que reverteriam em lucro para a entidade tradicionalista. “Desde o início de minha gestão tínhamos planos de abrir uma churrascaria na sede campestre. Havia uma negociação bastante adiantada que, no último momento, acabou não se concretizando. Atualmente estamos negociando com uma pizzaria, mas tudo está apenas no papel. Com o atual número de associados não foi viável reabrir as piscinas este ano, pois as pessoas acham muito caro pagar R$ 10,00 mensais para a manutenção das mesmas”, disse.
Contando com cerca de 300 sócios que contribuem com suas mensalidades, o CTG precisaria aumentar o número de associados para poder realizar a manutenção de suas duas sedes. Os interessados em se associar pagam uma joia no valor de R$ 50,00, mais R$ 20,00 mensais para usufruir de toda a infraestrutura do parque. Genílton ressaltou que antigamente não existiam tantas opções de entretenimento, e que, hoje, as pessoas preferem ir para o litoral ou compram suas próprias piscinas. “Nos eventos realizados alguns anos atrás vendíamos cerca de 80 caixas de cerveja em apenas um único baile”, relembrou.

Leave a Reply