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Ciep precisa de R$ 12 mil para solucionar problemas que levaram à interdição

No final da tarde de quarta-feira, Rosana Maria Rodrigues Santos, que responde pela Segunda Coordenadoria Regional de Educação (CRE), cancelou

No final da tarde de quarta-feira, Rosana Maria Rodrigues Santos, que responde pela Segunda Coordenadoria Regional de Educação (CRE), cancelou pela terceira vez a visita que faria para averiguar a situação do Escola Willybaldo Bernardo Samrsla (Ciep), no bairro Empresa. Na manhã de hoje, a diretora da escola, Emmanuelle Cunha da Cruz, estará novamente na sede da CRE, em São Leopoldo, para tentar buscar uma solução junto ao governo do Estado para o atual impasse da escola, a interdição por falta de condições adequadas, em virtude de obras não realizadas.
Rosana Maria Rodrigues Santos, que atuou na Secretaria Municipal de Educação de São Leopoldo de 2010 a 2012, e na Assembleia Legislativa, em 2012, assumiu o cargo recentemente. De acordo com a diretora Emmanuelle, a coordenadora optou em visitar a instituição, que não conhece pessoalmente, para averiguar a situação do prédio do Ciep, assim como os problemas relacionados ao esgoto e os botijões de gás, além da falta de um Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), exigido pelo Corpo de Bombeiros. Contudo, a visita ainda não foi concretizada.
A diretora da escola ressaltou que serão realizadas obras emergenciais para resolver a questão envolvendo o esgoto, assim como o PPCI. “Realizamos um estudo sobre o PPCI, e o levantamento foi entregue ao Corpo de Bombeiros. Só estamos aguardando uma resposta. Também contatamos um profissional para realizar um orçamento para os problemas nas fossas da escola. Como nosso repasse mensal é de R$ 4 mil, levará algum tempo até que todo o problema seja solucionado, já que, o valor do orçamento ficou em torno de R$ 12 mil. Presisamos de um repasse complementar, além da visita da coordenadora regional”, observou.
A vice-diretora Nedir Matiel salientou que o principal desafio será depender do repasse estadual para resolver os problemas, pois a escola possui outras demandas que dependem desta verba. “Com os problemas na parte elétrica, juntamente com a questão da localização dos seis botijões de gás, que foram colocados junto ao pátio da escola, devido aos frequentes furtos que ocorriam, acabaram impossibilitando a realização de recreio. Tivemos que readaptar os horários. As aulas da manhã e tarde não realizam intervalo, encerrando mais cedo, às 10h40min, pela manhã, e 16 horas no período da tarde”, explicou.

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