Segundo os advogados Mark Hehn e Lucimar Melo dos Santos, do escritório Campana Advogados, o Tribunal de Justiça não cassou as licenças, como solicitado pelo Executivo em processo denominado agravo de instrumento. Os advogados explicam que as decisões, em resumo, entendem que a legalidade das licenças deve ser discutida no âmbito das ações que tramitam em Parobé, sendo garantido aos taxistas que desempenhem suas funções até que se apure o resultado das demandas. Para os advogados, deverá ser reconhecida a arbitrariedade da cassação dos alvarás tomada no início do governo de Cláudio Silva. A administração municipal alega que cassou os alvarás porque teriam sido concedidos sem licitação, no final do governo de Gilda Kirsch.


