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CRE diz que obras na Berhalina Kirsch podem começar em 10 dias

IGREJINHA – Na semana passada, professores e alunos da Escola Estadual Berthalina Kirsch, de Igrejinha, foram às ruas protestar contra

IGREJINHA – Na semana passada, professores e alunos da Escola Estadual Berthalina Kirsch, de Igrejinha, foram às ruas protestar contra a falta de professores e a precariedade de sua estrutura. Há dois anos um muro desbarrancou do lado de três salas de aula e as interditou. Nesta semana, Panorama ouviu a 2ª CRE (Coordenadoria Regional de Educação). O órgão informou o início da obra de reforma em 10 dias.
Segundo a assessora de comunicação da coordenadoria, Mariléia Sell, a CRE já tomou todas as providências necessárias para solucionar o problema. “O processo está na mesa do secretário de Educação do Estado, José Clóvis de Azevedo, para ser assinado. Após a assinatura, o processo deve ser assinado, também, pelo secretário de Obras. Depois a empresa é chamada para assinar e a súmula é publicada em Diário Oficial. Após a publicação, é assinada a ordem de início da obra. Estimamos que todo esse trâmite leve 15 dias”, disse a assessora na segunda-feira, 29.
A empresa contratada para a realização da obra é a CSM – Construção Silveira Martins Ltda. O valor para a construção está firmado em R$ 264.161,79. Já para resolver a falta de professores que atinge não só o Berthalina, mas uma série de escolas no Estado, a CRE informou que montou uma força-tarefa. “De terça-feira, 30, até a semana que vem o nosso núcleo de RH (Recursos Humanos) estará em Porto Alegre, na Seduc, para agilizar os trâmites de contratação”, contou a assessora.
Outra ação que busca resolver o problema é o concurso público do magistério, cujas provas acontecerão no próximo dia 19. “Este concurso pretende admitir mais de 10 mil candidatos. Ao efetivarmos esses profissionais, pensamos que o problema será solucionado, já que o Estado realizou seu último concurso em 2005 e, deste concurso, não chamou ninguém. A defasagem de profissionais é muito grande; nem sempre temos interessados para assumir contrato e muitos contratados acabam se exonerando”, concluiu Mariléia.

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