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Mães e profissionais falam sobre o parto (a)normal

Apesar de todas as campanhas que vêm sendo realizadas e dos exemplos de mulheres famosas, o comportamento que se verifica

vanessa-e-valentina-2-corApesar de todas as campanhas que vêm sendo realizadas e dos exemplos de mulheres famosas, o comportamento que se verifica em grande parte dos hospitais brasileiros ainda vai na contramão da preferência pelo parto normal. O testemunho é dado por Glaumir Pedro Kaiser, o Pedrinho, diretor do Hospital Bom Pastor, um dos estabelecimentos mais procurados atualmente no Vale do Paranhana para o nascimento de crianças. A regra do SUS, porém, é pagar cesareanas apenas para 25% do total de nascimentos registrados, o que acaba criando um enorme prejuízo financeiro para os estabelecimentos.
Conforme o ginecologista, obstetra e ecografista Taquarense Sadi Gelson Müller, uma média de 40 a 50% das gestantes optam pela cesárea. Ele diz que é muito difícil sentenciar sobre o que é melhor ou pior, “pois depende de caso para caso, de cabeça para cabeça”. A taquarense Vanessa Wagner (foto), por exemplo, optou pelo parto normal ao ganhar a filha Valentina, em dezembro passado. Segundo ela, foi uma decisão natural, mesmo porque ela também nasceu dessa forma. “Além disso, tenho uma certa reserva com cirurgias pelo risco que representam no pós-operatório. Soma-se a isso o fato de que sempre ouvi falar que a recuperação de um parto normal costuma ser bem mais rápida”, explica.

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