Gustavo Guilherme Kunst, natural de Três Coroas, tem 27 anos e é coordenador de projetos na Construarte, em Igrejinha. Em 2010 se formou em Arquitetura na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e, em março deste ano, se casou com Deyse Santos Kunst.
Como iniciou seu relacionamento com a Arquitetura?
Quando estava no ensino médio não tinha certeza do que cursar na faculdade. Estava pensando em Publicidade, pois sempre gostei de criar coisas novas e trabalhar com ideias. Na segunda metade do terceiro ano levei em consideração meu histórico familiar e optei pela Arquitetura, até porque ela me permitiria fazer criações.
Conte um pouco sobre seu envolvimento com a Construarte:
A empresa foi fundada pelo meu avô, Hugo Aloys Kunst. Ele trabalhava com construção civil e montou uma loja onde vendia materiais de construção, levando a venda e a construção em paralelo. Mais tarde, meu pai começou a ajudá-lo, assim como um tio e meu irmão. Quando estava perto de me formar, a presidência da empresa me convidou a integrar a equipe e eu aceitei. Hoje a Construarte tem cerca de 70 funcionários diretos e 350 terceirizados.
O que vocês espera do seu futuro profissional?
Que o mercado de apartamentos siga acelerando. Meu foco é coordenar o setor desses empreendimentos dentro da empresa. Queremos que junto das construções empresariais, o ramo de apartamentos assuma o papel de carro chefe da construtora. Não me vejo atuando fora da Construarte.
De onde vem sua inspiração para criar?
Pesquiso muito em livros e em sites que falam de arquitetura.
O que gosta de fazer no tempo livre?
Adoro viajar, passear para lugares novos, ainda que não sejam distantes. Aos finais de semana gosto de pegar o carro e sair por aí.
Como você se define?
Me considero uma pessoa muito criativa e ágil para desenvolver projetos e ideias.
Um hobby: Dentre tantas atividades, gosto de ficar viajando pela internet, sempre buscando coisas novas.
Um sonho: Fazer uma obra, pública ou não, que fique para a história. Fazendo-a do modo como eu quiser, sem a preocupação de ter valor comercial ou não.
Uma pessoa que tenha como exemplo:
Meu pai. Mesmo sem ter uma formação, por muito tempo ele tocou a empresa praticamente sozinho, tanto nas obras como na administração. Admiro, também, seu modo de lidar com as pessoas.


