Karen Krummenauer, Aos 26 anos, ela é diretora de expansão e novos negócios da Eletrotec. Nascida em Porto Alegre, é bacharel em Arquitetura pela Unisinos e pós-graduada em Finanças na ESPN. Karen namora Guilherme Michaelsen há três anos.
Como foi seu início na Eletrotec?
Trata-se de uma empresa familiar, que pertence ao meu pai e foi fundada há 35 anos. Então, comecei muito cedo a trabalhar nela. Quando eu tinha 15 anos, era uma espécie de estagiária, quando ajudava no setor de projetos, trabalhando com plantas. Depois, passei a desenhar e fui ao setor administrativo. Apesar de ser filha única e naturalmente assumir a empresa, o convite para participar foi livre de pressão. Atuar na diretoria da empresa foi uma opção minha e começou com um desejo meu de querer ajudar.
Como optou pela Arquitetura?
Foi algo que surgiu ao natural, pois sempre gostei de desenhos. Desde pequena gostava brincava de construir com lego e desenhava. Mais tarde, acompanhava minha mãe em feiras e eventos de decoração de imóveis.
Qual é sua rotina profissional atualmente?
Hoje meu dia a dia é no campo administrativo. Eu trabalho a visão da empresa para daqui alguns anos, traço objetivos futuros e estou sempre na busca por novidades e avanços em termos de produto, por isso participo de viagens. Nosso maior desafio é levar as estratégias de gestão do administrativo às pessoas que estão nas obras, sempre preservando e proporcionando uma maior qualidade de vida dos colaboradores.
Quais são seus planos profissionais?
Fazer com que a Eletrotec se torne um referencial no mercado gaúcho, através, principalmente, da qualidade dos serviços prestados. É uma meta audaciosa, mas que estamos buscando cuidadosamente. Até 2017, queremos ter 7% de participação no mercado do Rio Grande do Sul.
Há algum tempo, a empresa adotou haitianos em sua equipe. Como foi esse processo?
Nos sensibilizamos com a situação deles, que estavam no Acre e em condições ruins. Então, nos reunimos, acreditamos neles e integramos 13 deles em nossa equipe. Durante seis meses nós lhes oferecemos um lugar para morar, enquanto eles se adaptavam ao Estado e ao trabalho. Hoje ainda temos oito deles conosco, trabalhando em uma obra em Porto Alegre, no Hospital Moinhos de Vento. Sem dúvida, essa experiência está tendo um saldo muito positivo.
Como você se define?
Sou muito objetiva, determinada e perfeccionista.
O que gosta de fazer no seu tempo livre?
Cozinhar, recebendo meus amigos em casa, e viajar. Gosto de conhecer lugares novos desde aqui perto, no próprio Paranhana, até em locais distantes, como na Europa.
Qual dessas cidades que você conheceu te marcou?
Porto, em Portugal. A cidade surpreendeu muito as minhas expectativas, tem um mar maravilhoso, pessoas acolhedoras e uma culinária ótima.
O que te tira do sério? A irresponsabilidade e a falta de comprometimento, tanto em questões profissionais quanto em pessoais.
Quem você tem como exemplo?
Meus pais e meu namorado. Meu pai e minha mãe pela referência no empreendedorismo, coragem e liderança. Já o Guilherme, por ser alguém muito justo e competente.
“ Incentivo as pessoas que tenham objetivos e as desafio a alcançarem seus sonhos. Que eles sejam planejados, colocados
no papel e buscados, sempre com otimismo e dando um passo de cada vez.”


