Fábio Luis Brack, 33 anos, é natural de Taquara e pai de Cássius Brack, de 6 anos. É casado com Tatiana Dellagustin, 32 anos. É advogado e pós-graduando em Direito Cooperativo. Incentivador do Acampamento Farroupilha e apoiador do VII Concurso Literário Faccat/Jornal Panorama.
A atividade de seu pai, Danilo Brack, influenciou o seu encaminhamento profissional de alguma forma?
A minha escolha nunca teve a influência direta dele, mas, sim, o convívio e a tendência familiar. Pesou não só a minha opinião, mas também a de pessoas que acompanharam a carreira dele, talvez até bem mais do que eu: ele foi um advogado brilhante. Enquanto pude, fiz o máximo para aprender e seguir o conhecimento que ele tinha. Mesmo já estando falecido, até hoje os funcionários daqui do escritório que nem o conheceram têm um contato com as coisas que meu pai deixou, coisas que ele fez por escrito.
O que te motiva a participar do Acampamento Farroupilha?
Esse grupo que montamos, em relação à cultura tradicionalista, tem um convívio já de mais de uma década. Participamos de cavalgadas e eventos relacionados ao tradicionalismo. Em virtude da região ter apenas promoções com ramos específicos, resolvemos fazer um que envolvesse tudo (indumentária, laço, culinária, música) e que levasse às crianças essa cultura. A partir daí, surgiu o que hoje é o Acampamento Farroupilha.
Para você qual é a importância de apoiar o Concurso Literário Faccat/Jornal Panorama?
Primeiro, porque a parte literária é ligada à minha profissão e, no mesmo sentido, é uma paixão minha. As coisas que mais gosto de fazer são ler e escrever. Trago na genética familiar a paixão pelos livros. Temos uma biblioteca muito grande – no ano passado doamos cerca de mil exemplares para a Biblioteca Municipal. Segundo, porque o concurso tinha essa necessidade de incentivo na região, que é extremamente importante. Então, por termos manifestado o interesse, o escritório resolveu patrociná-lo de forma integral, para que não houvesse risco de uma iniciativa tão importante da Faccat e do Jornal Panorama acabar não acontecendo.
Quais são suas impressões de Taquara?
Acho que é uma cidade com bom desenvolvimento, porém, com um grande problema: a falta de reconhecimento de parte das pessoas em relação às boas coisas que Taquara tem. Muitos criticam, mas em termos de produção não apresentam nada. Ainda falta muito, claro, da mesma forma como acontece em qualquer outra cidade da região, do Estado ou do País.
Como você se autodefine?
Sou muito crítico, mas sempre com a intenção de contribuir. Sou perfeccionista, apaixonado por família e amigos e sou quase doente pelo meu trabalho.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Passei por ela na rua e descobri que tínhamos uma amiga em comum. Então, acabei encontrando uma forma de me apresentar a ela. O que mais admiro na Tati é o equilíbrio e a serenidade, mas haveria muitas outras características que poderia citar, pois ela é uma pessoa muito especial.
Qual sua maior preocupação na criação do filho?
A violência. Para o resto a gente acaba achando solução.
Quais são seus planos para o futuro?
Cursar um mestrado e, quem sabe, um doutorado, com o intuito específico de dar aulas, que é uma coisa que me satisfaz; abrir caminho para um novo filho ou filha que já está por vir – minha mulher está grávida de quatro meses – e fortalecer o escritório, não como objetivo pessoal, mas para as pessoas que trabalham aqui, que merecem todo o meu apoio e meu respeito. E, quem sabe, quando me aposentar, abrir uma livraria, não com um cunho financeiro, mas pelo sonho que tenho.
Uma mania: chimarrão.
Prato predileto: churrasco.
Estilo musical: tradicionalista.
Uma habilidade: escrever.
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