Perfil

Jacir Leonel de Almeida

Jacir Leonel de Almeida, 46 anos, é natural de Santo Antônio da Patrulha. Viúvo, é pai de Cristian Alex de

perfil1Jacir Leonel de Almeida, 46 anos, é natural de Santo Antônio da Patrulha. Viúvo, é pai de Cristian Alex de Almeida, 20 anos, e Cassio Tiago de Almeida, 16. É técnico em manutenção da Azaléia e presidente da Comunidade Católica Senhor Bom Jesus de Taquara desde 2007.

O que representa para você ser presidente da Comunidade Católica?
Considero importante trabalhar pela comunidade juntamente com a nossa diretoria. E, mais importante, é perceber a confiança que todos têm no meu trabalho, que é totalmente baseado na doação. Além disso, representa a amizade com as pessoas e o conhecimento adquirido.

Fale sobre sua participação nos grupos da comunidade.
Em 1990, eu e minha esposa (Rosa Bernardete de Almeida) ingressamos no ECC (Encontro de Casais com Cristo). Foi muito importante para nós em função do apoio e das amizades sinceras que encontramos. Através do ECC fui convidado a ser “tio” do Onda, grupo do qual meus filhos também começaram a fazer parte. Além disso, sou coordenador de grupo e, cada vez mais, o ECC prova o quanto é importante para nossas famílias e para a comunidade, pois significa uma união muito grande.

O que o motiva a realizar trabalho comunitário?
A força que a gente recebe de todas as pessoas. Além disso, o trabalho pela comunidade dá esperança e vida nova. Todos temos que nos doar um pouquinho, pois assim vamos manter a nossa comunidade sempre bem. Outro incentivo é o bom relacionamento com todas as pessoas ligadas à paróquia Senhor Bom Jesus, juntamente com o cônego Zé Roberto.

Qual o significado da Festa do Divino para Taquara?
A Festa do Divino Espírito Santo é um evento tradicional. E, neste ano, junto com os festeiros, estamos tentando resgatá-la em seus moldes iniciais. Sua principal característica é a abrangência em todas as classes sociais, integrando toda a comunidade. Por isso, entendemos que a tradição deveria ser resgatada, pois a festa não representa apenas uma manifestação religiosa, mas uma promoção cultural do município taquarense.

Como você se autodefine?
Sou bastante comunicativo. Procuro ter um bom relacionamento com todos e ser uma pessoa muito honesta e séria.
O que gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de ir à praia com a família, à chácara, passear bastante com os filhos, viajar para outros estados, na medida do possível, e visitar os parentes.
O que o tira do sério: Falsidade e traição. Quando procuramos ser honestos e sérios com as pessoas, esperamos receber o mesmo.

Você ficou viúvo recentemente. Fale sobre os 25 anos de casamento com a Rosa.
Eu e a Rosa nos conhecemos em 1982 num grupo de jovens em Tucanos. Através da convivência e do bom relacionamento, em 1984, nos casamos. Depois de quatro anos tivemos nosso primeiro filho e, mais tarde, nasceu o segundo. Ela tinha uma fé como ninguém. Veio a falecer em março passado, mas em nenhum minuto pensou que Deus a tinha abandonado. O que mais admiro é a ótima companhia que ela foi. Também sua sinceridade e honestidade. A Rosa sempre fará parte da nossa família.

O que mais lhe preocupou em passar aos seus filhos?
Foi dar um bom estudo para eles e também que se engajassem na comunidade católica, para que o futuro deles fosse garantido.
Quais são seus planos para o futuro?
Dar uma boa estrutura para meus filhos para que estejam preparados para o mundo de hoje. Também penso em continuar meu trabalho pela comunidade, junto com a diretoria e continuar a vida como Deus quiser.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Deus não escolhe  capacitados, mas capacita os escolhidos”.

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