Segundo Margarete Müller de Souza, será o momento das crianças especiais saírem de casa, onde muitas vezes estão escondidas, e irem ao mundo, à escola, ao mercado de trabalho. Ela ponderou que muitas crianças podem ir às escolas regulares, mas há os casos que não têm condições, principalmente os alunos de mais idade e que estão há mais tempo na Apae. Ela destacou, por exemplo, alunos de 20 ou 30 anos que estudam na escola.


