Caixa Postal 59
Esta postagem foi publicada em 11 de outubro de 2013 e está arquivada em Caixa Postal 59.

Homenagem a um animal de estimação

Kiko, o cachorro, o poodle, viveu quatorze anos ao nosso lado, tendo todos os cuidados que merecia, a melhor alimentação, o carinho, afeição e os afagos como se fosse nosso terceiro filho, já que os outros dois já “voaram” para os seus espaços, para suas realizações.
Quando pequena, eu preferia os gatos, mas, depois, fui gradativamente dirigindo minha atenção e afeto aos cachorros, de raça ou vira lata. O Kiko foi nosso terceiro cachorro, escolhido por mim, mas para substituir outro presente dado por nossa querida Lygia Sperb, já falecida, para Vera, minha irmã.
Cuidado por diversos pets de Taquara e Rolante, entre eles o do Rafael, da Izalina e, por último, por Teka. Acompanhado por outros tantos médicos veterinários, como Marildo, Joaquina, Roberta e Felipe, que o tratavam dando-lhe afeto e remédios para a coluna, para o coração, para os rins e para a pele (verrugas que são comuns em poodle).
Nos resta uma lembrança boa dele, que balançava o rabo, dava grunhidos, pulava para nos lamber, que era sua comunicação, na saudação, sua acolhida.
Quantos cachorros eu encontro pelas ruas, ou nas residências, que não têm esse mesmo cuidado. Quantos não gostariam de estar no lugar do Kiko, se pudessem observar e comparar. E, com certeza, é por essa razão que estou escrevendo, para que outras pessoas, que, como nós, resolveram ter um “animal de estimação”, adotar um poodle em vez de uma criança (como alguns, provavelmente  pensarão ao me ler!), tenham a consciência de que o animal, seja ele gato, cachorro, cavalo, ave ou outro, de tratá-los como seres vivos. Como no caso do cavalo, que ajuda tantas famílias a se manter e são tão maltratados por seus donos.
Eu, pessoalmente, penso que os humanos, e os animais, merecem tudo de bom, qualidade de vida (ambiente onde vivem, alimentação ou adestramento, em se tratando de animais). Sentirei muita falta, muita saudade do Kiko, pois ele preenchia minhas necessidades emocionais, me fazia companhia, deitado aos meus pés, no sofá ao meu lado, na cama quando fazia frio.
Obrigada a todos que cuidaram do Kiko nestes quatorze anos. E, a Telmo Carloto, agradecimentos!

Izabete Maria Vales
Psicóloga, de Taquara

Os artigos publicados no site da Rádio Taquara não refletem a opinião da emissora. A divulgação atende ao princípio de valorização do debate público, aberto a todas as correntes de pensamento.
Participe: [email protected]

Leave a Reply