O tema foi divulgado ontem em nota oficial da entidade. Um dos principais problemas diz respeito ao plantão médico, mantido através de convênio com a Prefeitura. O contrato para este serviço expirou em agosto e um novo convênio ainda não foi fechado. A Prefeitura de Rolante, segundo o hospital, propôs uma redução no valor do repasse à casa de saúde, o que não foi aceito. Segundo a administração do hospital, a redução tornaria inviável o funcionamento do Pronto Atendimento. Ontem, a Fundação Hospitalar afirmou que não há uma previsão de até quando será possível manter o atendimento sem os repasses da administração. Outro problema que vem afetando o hospital rolantense é a falta de contratualização junto ao governo do Estado. Este procedimento implicaria em uma economia mensal de 72 mil reais à administração municipal, segundo os dados revelados pelo hospital.


