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Líderes calçadistas mostram preocupação com o futuro do setor

Carro-chefe da econo­mia do Vale do Paranhana há décadas, o setor calça­dista tem sido o responsá­vel, também, por grande parte

1Carro-chefe da econo­mia do Vale do Paranhana há décadas, o setor calça­dista tem sido o responsá­vel, também, por grande parte da mão-de-obra em­pregada. Nesta semana, Panorama fez um giro por alguns sindicatos para sa­ber como anda o setor na região.

Em Parobé, a situação não é a das melhores. “Não estamos em um momen­to de muita tranquilidade. Algumas empresas deram férias no mês de setem­bro. Em outros anos não se falava em parada neste período. Pelo contrário, os funcionários reclamavam das horas-extras”, revela o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas In­dústrias de Calçados e Ves­tuário do município, João Nadir Pires (foto). No auge da indústria, entre os anos de 1980 a 1994, a cidade che­gou a ter 14 mil emprega­dos em fábricas. Atualmen­te, são cerca de dez mil. Confira a matéria completa – e especial – na edição impressa do Panorama de 25 de outubro! Nas bancas!

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