O episódio da pichação do prédio da imobiliária Alice Imóveis, no centro de Taquara, há duas semanas, levantou novamente a discussão sobre a instalação das câmeras de vigilância em Taquara. Distribuídas em 20 postes em vários pontos da cidade, as câmeras na verdade não cumprem seu papel principal, pois não há quem faça o monitoramento das imagens. Hoje, o que é filmado pelas câmeras apenas está sendo gravado, sendo possível, portanto, a utilização em investigações policiais. Segundo a administração, falta a formalização de um convênio com o Estado para que o monitoramento comece a funcionar.
A instalação das câmeras de vigilância remonta ao início do governo do ex-prefeito Délcio Hugentobler, em 2009, quando a administração formalizou adesão ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). O governo federal liberou a verba, mas se passaram quatro anos da administração até que a instalação fosse concluída. Ainda em dezembro passado, Délcio chegou a inaugurar as câmeras, mas deixou para o atual governo a definição sobre quem vai operar os equipamentos.
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