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Técnico diz que exaustão da fumaça deve ser preocupação em prédios

TAQUARA – Há menos de dois meses de completar um ano, a tragédia da Boate Kiss, ocorrida no município de

TAQUARA – Há menos de dois meses de completar um ano, a tragédia da Boate Kiss, ocorrida no município de Santa Maria, ainda gera exemplos de como a preven­ção de incêndios deve ser aprimorada no Estado. Deba­te sobre o assunto aconteceu no sábado passado, na Câma­ra de Vereadores de Taquara, marcando a posse da nova diretoria da Associação de Engenheiros e Arquitetos do Vale do Paranhana. O enge­nheiro Carlos Wengrover (na foto com o engenheiro civil Cleber Rudolfo Schö­nardie), que coordenou grupo do Conse­lho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) que fez análise da boate, apresentou os resultados da inspeção.

Wengrover trouxe um re­latório ilustrado por diversas matérias da imprensa para ressaltar algumas conclusões do trabalho do Crea. Segun­do ele, houve superlotação na boate, e o fogo foi realmente provocado pela queima da es­puma instalada no teto do pal­co através de um instrumento pi,rotécnico acionado por um integrante da banda que se apresentava. A saída da Kiss também foi dificultada por diversos obstáculos, como degraus, desníveis, cercas, entre outros objetos que faziam parte do cenário da boate.

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