TAQUARA/PAROBÉ – Entre 15 a 20% dos chamados atendidos pela base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Taquara (foto), no ano passado, foram trotes. A informação é do coordenador da unidade, que abrange também Parobé, o médico Fábio Strauss, 37 anos. Ele conta que as falsas ligações são um dos maiores entraves aos atendimentos, uma vez que impedem que os realmente necessários sejam realizados. Outro problema enfrentado pelos profissionais é a falta de sinal de telefonia móvel em lugares no interior das duas cidades.
Todas as ligações realizadas para o SAMU são direcionadas a uma central do Estado, que fica em Porto Alegre, onde passam por um questionário. Fábio explica que a aplicação do interrogatório se deve para identificar quem está realizando uma falsa ligação ou realmente precisando de ajuda.
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