Após o registro de uma onda histórica de calor, as perdas na produção rural da região devem ficar em torno de 20%. A informação é do chefe do escritório da Emater, Felipe Pereira Dias (foto). Segundo ele, um dos setores mais atingidos foi a produção do leite. O forte calor provocou a permanência maior do gado em locais com mais sombra e, com isso, os amimais acabam se alimentando pouco e produzindo menos leite.
Felipe explicou que o pasto também acabou sendo prejudicado pelo calor prolongado, que resultou na diminuição da produção em demais setores. Mudas de hortaliças queimaram e não se desenvolveram devido ao forte calor. “A chuva não foi problema para os produtores da região. O único inconveniente ocorreu devido às precipitações localizadas, que não atingiam toda a região. Com isso, o calor não diminuía e algumas produções de melão e melancia, queimaram sob o forte calor, prejudicando as produções”, explicou.
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