Ricardo Dilamar Maciel, que comandou o Legislativo em 2007, teve reprovados pontos de sua prestação de contas pelo órgão fiscalizador estadual que cuida do assunto. O Tribunal de Contas do Estado emitiu parecer contrário ao pagamento de gratificação natalina aos vereadores da época. O Tribunal aponta um débito de 114 mil e 670 reais com 80 centavos, correspondente a valor que teria sido embolsado indevidamente pelos vereadores da época. Segundo informou o próprio Ricardo Maciel, o pagamento da gratificação teve amparo judicial, consistindo numa espécie de décimo terceiro subsídio. Maciel ponderou também que sua prestação de contas sofreu um grande número de apontamentos contrários por parte do TCE, mas somente dois foram mantidos. Acrescentou que todos os seus atos na presidência da Câmara foram realizados com aprovação do plenário e baseados em leis, além de terem pareceres da assessoria jurídica da Casa. O advogado Marcos Másera, que representa o ex-dirigente legislativo, explicou que cabem recursos em várias instâncias ao parecer do TCE e que os mesmos serão utilizados, se necessário. Segundo ele, em caso de uma decisão desfavorável em instância final, caberá à Justiça definir quem deverá devolver o dinheiro aos cofres públicos: se apenas Ricardo Maciel, ou cada um dos integrantes da legislatura passada.
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