Músico formado em marketing, o taquarense Adriano de Azevedo (na foto com os artesãos Eduardo da Gama e Léo Antunes ) se envolveu com a cutelaria há apenas um ano, motivado pela curiosidade e paixão pelo ofício. O artesão resolveu fabricar por conta própria a réplica de uma faca militar norte-americana. Desde então, procurou se especializar na prática milenar de produzir instrumentos de corte de forma artística.
Praticada principalmente com o esforço manual, sem o auxílio de máquinas, a cutelaria artesanal confecciona lâminas que se tornam peças únicas, segundo Adriano. Ele disse que o trabalho árduo é baseado em ações sequenciais, em que cada artesão produz facas robustas de aço carbono. “Este tipo de metal apresenta maior durabilidade, além de reter o fio da lâmina por muito mais tempo”, esclareceu.
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