Paulo Augusto Jardim Pereira, 47 anos, é natural de São Luiz Gonzaga. É casado com Sayonara Coffi Pereria, 44 anos, e pai de Camila Coffi Pereira, 21, e Carolina Coffi Pereira, 17. Formado em Administração pela Faccat é gerente geral da Caixa Econômica Federal.
Relate sua trajetória profissional.
Trabalho na Caixa há 25 anos. Entrei em 1982, através de concurso, na Caixa Econômica Federal da minha cidade natal. Em 1989 vim transferido para esta região e me estabeleci aqui em Taquara por considerar a cidade um pólo educacional. Antes de trabalhar na agência daqui, fui gerente geral nas cidades de Parobé, Sapiranga e Campo Bom.
O que te levou a optar pela atividade bancária?
A segurança profissional. Passei no concurso interno muito cedo, quando tinha apenas 20 anos. Então, apostei na instituição bancária, deixando a comodidade de estar perto dos meus familiares na terra natal e crescer profissionalmente. Dentro da minha proposta, cheguei onde queria, podendo lidar diretamente com pessoas. Também porque tenho facilidade e gosto muito de trabalhar em equipe.
Como você avalia a atividade bancária hoje?
No início da informatização, tivemos algumas dificuldades em função da necessidade de adaptação dos aposentados. Hoje a nossa atividade é fundamental, pela facilidade que a “bancalização” proporciona. É impressionante o nível de serviços que os bancos oferecem, em termos de Brasil. Mesmo considerando os custos que envolvem, pois os bancos também visam ao lucro. Tendo um cartão, em qualquer lugar do mundo, você tem condições de se assistir financeiramente.
Quais são suas impressões de Taquara?
Gosto muito da cidade, temos muitos amigos aqui. Optamos por morar em Taquara pela segurança e pelo estudo das minhas filhas, pois tanto o ensino médio quanto a Faccat são muito bem conceituados. Neste ano, a Camila passou na Universidade Federal de Santa Maria, mostrando que de fato recebeu boas bases. Contudo, acredito que as pessoas poderiam apostar mais na diversidade econômica.
Você participa de algum trabalho comunitário?
Sim, contribuo e acompanho os resultados da nossa ONG, criada pela Caixa, que envolve projetos sociais bem interessantes de moradia e cidadania. Através da agência de Taquara, mantemos dois alunos na Helfen (Escola Especial Marcel Emílio Dani e Centro de Reabilitação Integrado).
O que mais te preocupou na criação das filhas?
A insegurança e a questão das drogas. Tenho uma preocupação muito grande em relação a essa violência descabida. As pessoas perderam totalmente os valores.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Ela era minha vizinha em São Luiz Gonzaga. Já somos casados há 25 anos. O que mais admiro na Sayonara é o companheirismo. Ela é uma pessoa que faço questão que esteja ao meu lado.
Como você se autodefine?
Sou uma pessoa calma, gosto de viajar e curtir a família. Sou introvertido, mas gosto de me relacionar com as pessoas. Sou também apaixonado por esporte e já joguei na seleção brasileira de handebol.
Quais são seus planos para o futuro?
Normalmente o gerente geral fica na mesma cidade por cerca de dois anos. Então, minha idéia profissional e pessoal é ir para mais próximo da minha cidade natal, ficar perto da minha família, ou até mesmo para as proximidades de Santa Maria, que é um pólo educacional muito bom também.
Estilo musical: todos, sou bastante eclético.
Prato predileto: pizza.
Uma mania: comer doce quando estou ansioso.
Uma habilidade: boa coordenação para a prática de esportes.
Um lugar: Santiago, no Chile, me chamou muito a atenção.
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