Se as pracinhas públicas são a diversão para a criançada às tardinhas e finais de semana, em estado precário tornam-se uma preocupação aos pais. Brinquedos encontrados à disposição da comunidade, na zona urbana de Taquara, estão com a estrutura deteriorada, em alguns casos completamente inutilizados, como verificado pelo Jornal Panorama durante esta semana (foto).
Uma das situações mais complicadas é da pracinha próxima à Igreja Católica do bairro Santa Teresinha. Todos os brinquedos encontram-se danificados e oferecem riscos às crianças que forem ao local. O que mais chama atenção é o escorregador de madeira com farpas expostas, remendado com um pedaço de lâmina de metal enferrujada. Além do péssimo estado de conservação dos equipamentos, o solo é irregular e acumula poças de água.
A Praça da Bica, no bairro Empresa, foi recentemente pintada e teve o gramado aparado. Porém, não há bancos no local para que os pais aguardem os filhos. A estrutura que deveria abrigar balanços não tem nenhum assento. O trepa-trepa (barras suspensas) tem mais de dois metros de altura e não possui caixa de areia embaixo, como recomendam as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para amortecer o impacto de uma possível queda dos pequenos. O gira-gira está com os bancos de madeira quebrados e funciona com dificuldade. Das duas gangorras, apenas uma tem, em um dos lados, o apoio de ferro para segurar durante a brincadeira, os outros três, não.
Confira a matéria especial sobre as praças na edição impressa do Panorama desta sexta-feira.


