O caso da industriária Roseli Dinara Vargas de Vargas, de 25 anos, que estava desaparecida há duas semanas, foi desvendado de forma horripilante na sexta-feira 26. A partir de um telefonema anônimo, familiares e policiais civis resolveram abrir a fossa sanitária da casa da vítima (foto), no bairro Santa Teresinha, em Taquara, e se depararam com os restos mortais de Roseli no receptáculo de esgoto.
O companheiro da vítima, Felipe Wanner de Andrade, de 21 anos, teve sua prisão preventiva decretada pela Justiça, por ser o principal suspeito do crime. No mesmo dia, ele foi localizado, com o auxílio de familiares, em Capão da Canoa, mas não assumiu a autoria. O laudo do IML, informado extra-oficialmente à Polícia Civil, indica que Roseli foi morta por asfixia mecânica, com estrangulamento no pescoço, sem que fossem constatadas outras lesões no corpo. A conclusão do legista foi a de que o assassino teria segurado a vítima por trás e pressionado o pescoço, o que confere com uma revelação feita inocentemente pela filha do casal, de dois anos, que teria dito a um parente que “o pai derrubou a mãe no chão”.
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