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Prefeito esclarece a questão do bloqueio de bens

    Ministério Público acusa prefeito de Taquara de irregularidades na contratação de cargo de confiança.  A ação civil pública

 

 

Ministério Público acusa prefeito de Taquara de irregularidades na contratação de cargo de confiança.  A ação civil pública contra Tito Lívio Jaeger Filho foi movida em setembro do ano passado pela Promotoria e acusa o chefe do Executivo de improbidade administrativa. Em investigação, o Ministério Público de Taquara afirma que houve irregularidade na contratação do ex-servidor público Otávio Augusto Fontes, o Tavex.  Em depoimento, o próprio Otávio chegou a afirmar que não comparecia às atividades de trabalho e teria que entregar parte do seu salário a integrantes da administração municipal, a pedido do prefeito.  Recentemente, o Tribunal de Justiça bloqueou parte dos bens do prefeito Tito, que recorreu. Os embargos impetrados por Tito serão julgados na próxima quinta-feira, dia 25 de agosto.

 

Prefeito conseguiu anular decisão para a abertura do processo. No processo em que Tito Lívio Jaeger Filho é acusado de irregularidade na contratação de cargo de confiança, a Justiça de Taquara decidiu, recentemente, abrir formalmente a ação e dar início à coleta de provas. Mas, a defesa de Tito recorreu e o Tribunal de Justiça derrubou a abertura do processo, entendendo que a juíza de Taquara não fundamentou adequadamente seu despacho.  Agora, a magistrada terá que refazer o despacho autorizando o início da ação civil pública.

 

Tito se diz vítima de uma armação política. Em longo texto divulgado por meio das redes sociais, nesta terça-feira, após o processo vir a público, o prefeito de Taquara se defendeu das acusações.  Disse ter a consciência tranquila de que em nenhum momento causou ou pensou em causar prejuízos ao erário público, nem participou de qualquer conduta delituosa.  Tito afirma que seu governo está quebrando paradigmas, sendo pioneiro em várias ações, o que, nas palavras dele, incomoda muita gente.  O prefeito afirma ser vítima de uma armação política dos partidos de oposição e que o próprio Otávio Fontes teria desmentido o seu primeiro depoimento em novo interrogatório junto à Justiça.  Segundo Tito, Otávio teria dito, neste segundo depoimento, que fez uma injustiça por não estar bem psicologicamente e por orientação de membros do seu partido, o PMDB.

 

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