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Trabalhadores rurais protestam em Taquara contra reforma da previdência

Mais de 200 pessoas ligadas à Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) da regional Sinos/Serra

Mais de 200 pessoas ligadas à Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) da regional Sinos/Serra e de Sindicatos dos Trabalhadores Rurais fizeram um protesto na manhã de hoje (16). O grupo partiu do sindicato da categoria em Taquara e caminhou pelas ruas Marechal Floriano, Júlio de Castilhos, Tristão Monteiro, General Frota até a Guilherme Lahm, onde, em frente à Previdência Social, realizou um protesto. O ato acontece em outras partes do estado, em repúdio às mudanças na reforma previdenciária.

O encontro reuniu trabalhadores de Taquara, Igrejinha, Parobé, Rolante, Riozinho, Três Coroas, Santa Maria do Herval, Caraa, Novo Hamburgo, Sapiranga, Canela, Gramado, Muitos Capões e Vacaria. Os manifestantes contaram com o apoio da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Taquara. Na Previdência Social, os manifestantes entregaram uma carta exigindo que não seja realizada a reforma, que prejudicará a vida dos produtores rurais.

 

De acordo com a FETAG-RS, as mudanças previstas incluem:

– Para os trabalhadores rurais, a idade será de 65 anos para homens e mulheres;
– Não será possível acumular aposentadorias com pensão por morte;
– Haverá contribuição para os trabalhadores rurais de forma individual, por uma alíquota “favorecida” incidente sobre o limite mínimo do salário de contribuição para o regime geral de Previdência Social a ser definido por lei;
– Pensão por morte será equivalente à cota familiar (50%) acrescida de cotas individuais (10%) por dependente até o limite de 100%;
– Para o benefício assistencial, a idade passa de 65 anos para 70 anos, com regras de renda per capita conforme a lei.

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