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“Hoje precisamos de material humano para ajudar a reerguer tudo”, diz secretário

Após uma semana da enxurrada que atingiu Rolante em maior proporção e Riozinho, as localidades continuam reconstruindo aos poucos o

Após uma semana da enxurrada que atingiu Rolante em maior proporção e Riozinho, as localidades continuam reconstruindo aos poucos o que sobrou do alagamento. De acordo com declaração da Defesa Civil do município, “não há necessidade de direcionamento de mais doações à cidade de Rolante, pois possuímos já neste momento donativos suficientes".

Aproximadamente 50 voluntários estão trabalhando para atender a população atingida. São mais de 20 agentes de saúde que continuam em campo fazendo levantamento completo da quantidade e necessidade das famílias. Cerca de 30 voluntários estão estendendo horário de atendimento das 9h da manhã até as 21h. As equipes estão divididas entre o salão Cristo Rei, CTG e Ginásio esportivo da cidade.

Em nota publicada ontem, a Defesa Civil agradeceu "aos órgãos públicos e privados, instituições, grupos, entidades religiosas, ONGs, empresas, pessoas físicas e a todos que, de alguma forma, ajudaram a minimizar os efeitos deste drama vivido por tantos moradores de Rolante".  O secretário de Assistência Social e Habitação, Luciano Altneter, declarou que “gostaria de agradecer a todos que doaram e nos ajudaram. Ontem chegaram três toneladas de alimentos e materiais de higiene. Ainda há alguns donativos a serem recebidos, pois  campanhas foram feitas e então continuamos nestes casos. Queremos ver se até o final o de semana conseguimos encerrar”. A demanda de roupeiros e armários de pia não foi suprida.

O secretário esclareceu que as famílias serão visitadas por assistentes sociais. Durante esta semana, muitas pessoas ainda estão sem água, mas há abastecimento com água potável até as localidades. “O Exército, Instituto Federal e voluntários estão realizando o transporte referentes à alimentação, materiais de limpeza e roupas de cama”, contou Luciano.

A demanda de colchões foi atendida, assim como roupa de cama, roupa pessoal, roupas infantis, materiais de limpeza, higiene a alimentação. A expectativa do secretário é que no meio do ano a situação se normalize. Para isso acontecer, “hoje precisamos de material humano para reerguer tudo, nos ajudar com mão-de-obra para caminharmos com nossas próprias pernas”, fez o apelo. As doações ultrapassaram os pedidos, por isso roupas e calçados precisarão ser separados (masculinas, femininas, infantis, tamanhos, entre outras). O objetivo da organização é disponibilizar aos atingidos, depois encaminhar à Defesa Civil do estado. Assim, outras famílias necessitadas também se beneficiarão das doações.

Precisa-se de realização de serviços como:

  • Organização e separação de roupas por gênero, tamanho e peças (camiseta, calça, casaco, bermuda)
  • Dobrar as roupas (para poder serem guardadas de maneira organizada)
  • Separação nos sapatos (tamanhos, feminino, masculino, infantil, modelos – chinelo, tênis, sapato)

Interessados podem comparecer ao Salão Paroquial Cristo Rei, próximo à Rua Coberta.

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