Perfil

Schana Lehn Fernandes

Agente de cultura e lazer do Sesc Taquara e formada em Letras pela Ulbra. Casada com Alexandro Dillenburg, tem dois filhos, Matheus e Arthur, de 14 e 13 anos.

CONTE UM POUCO SOBRE SEU HISTÓRICO PROFISSIONAL:
Comecei a trabalhar como secretária da Academia Andanças (no turno inverso de aula), pois dançava e queria ajudar minha mãe e pagar minhas aulas de dança. Depois, trabalhei como secretária de escola, fui professora de Português, atuei na Câmara de Vereadores de Parobé. Em 2009 comecei como estagiária de biblioteca do Sesc, mais tarde consegui a vaga de auxiliar de biblioteca, depois auxiliar de cultura e agora estou atuando como agente de cultura da unidade.

QUAIS SUAS PRINCIPAIS FUNÇÕES NO SESC?
No setor de cultura, sou responsável pela contratação e produção de espetáculos teatrais, de dança, literatura e feiras de livros em Taquara e nas outras oito cidades em que atendemos. No Sesc trabalhamos em rede, cada um tem a sua função, mas acabamos nos envolvendo em todas as áreas.

O QUE É MAIS GRATIFICANTE NA SUA PROFISSÃO?
Acho que o melhor de tudo é poder contribuir com o desenvolvimento da cultura na cidade. Quando proporcionamos atividades culturais para pessoas que não têm acesso a espetáculos teatrais, ver o brilho nos olhos, o encantamento destas pessoas, é muito interessante!

QUAL O PRINCIPAL DESAFIO IMPOSTO POR ELA?
Então, oferecer cultura de qualidade não é uma coisa muito fácil. O que procuramos trazer para a cidade são espetáculos e atrações que têm significado, conteúdo, grupos profissionais que passam uma mensagem para o público. O grande desafio é fazer com que as pessoas saiam de suas casas e valorizem estas atividades.

EM UMA ÉPOCA EM QUE É TÃO EMPREGADO O CONCEITO DE QUALIDADE DE VIDA, COMO VOCÊ VÊ O SESC NESTE MEIO?
O Sesc sempre está trabalhando para que as pessoas tenham mais qualidade em suas vidas. Diversos projetos são desenvolvidos com este intuito, seja em atrações culturais, na academia, no projeto sacola itinerante (onde levamos livros até as pessoas do comércio), nos pacotes turísticos, nas atividades para a terceira idade, enfim, sempre trabalhamos para que as pessoas possam se sentir um pouco melhor nesta época de tanta correria.

COMO VOCÊ SE DEFINE?
Sou uma pessoa que erra muito, mas que está em constante aperfeiçoamento. Procuro tratar todas as pessoas com igualdade, respeitando-as, pois somos amor. Sou um pouco “tolerância zero” com a ignorância.

O QUE TE TIRA DO SÉRIO?
Hipocrisia.

TEM ALGUM HOBBY?
Ler e, às vezes, fazer aulas de jump.

QUANDO ESTÁ SOZINHA, O QUE GOSTA DE FAZER?
Ler, olhar o céu.

UM LUGAR:
Qualquer lugar onde eu esteja na companhia da minha família.

UMA LIÇÃO DE VIDA:
Minha mãe. Mulher guerreira e batalhadora que não cai por qualquer coisa.

UMA MÚSICA:
São tantas, mas gosto muito das letras do Bob Marley, pois falam de amor e de igualdade social.

QUEM VOCÊ TEM COMO EXEMPLO?
Meus avós maternos. Foram um casal unido, enfrentaram os percalços da vida um ao lado do outro e souberam criar muito bem sua filha, minha mãe.

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“Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez!” (Bob Marley)

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