Perfil

Fabrizzi Manzoni

Responsável pela realização do Dia do Desafio na região, é auxiliar de Cultura e Lazer do SESC. Aos 31 anos, está cursando Educação Física na FEEVALE e é taquarense. Namora Gabriela Port e tem dois filhos: Camilly Manzoni, de oito anos, e Tristan Manzoni, de cinco; ambos canadenses.

Conte um pouco sobre seu histórico profissional:
Comecei estagiando no Cartório Eleitoral de Taquara, em 2002, durante o processo de troca para o voto eletrônico. Depois, fui treinador para dois times de futsal do Dorothea, em 2003. Um ano mais tarde, fui integrante do primeiro intercâmbio da FACCAT com o Canadá, onde fizemos trabalhos comunitários em Parobé e Coaticook durante os seis meses. De 2005 a 2009, morei no Canadá, onde estudei e trabalhei em diversas áreas, comecei na limpeza da universidade e acabei sendo responsável pela liga de futebol dos estudantes da Université de Sherbrooke. Joguei futebol universitário por dois anos e em clubes de lá por mais dois, assim como treinei, juntamente com outro taquarense, Filipe Nunes (que ainda está por Sherbrooke), um time local sub-16 feminino. Desde que voltei, dou aulas de Francês à noite na RightWay, em Igrejinha, e, desde o início de 2014, trabalho no Sesc.

Qual a sua expectativa para o Dia do Desafio na região?
Temos a expectativa de movimentar mais de 100.000 pessoas nas 10 cidades de nossa abrangência. Espero que todos se engajem neste dia e com estas atividades, pois elas podem se tornar um legado para cada um, fazendo com que se iniciem nas práticas esportivas, que só fazem bem para nós todos.

Qual o maior aprendizado proporcionado pelo teu trabalho?
Dentre vários aprendizados, pois vivemos em constantes desafios, e cada desafio é um aprendizado. Acredito que lidar com pessoas seja o maior deles. Trabalhar com crianças, idosos, atletas e adolescentes tem sido de um ganho enorme.

Por que a opção por Educação Física?
Eu sempre gostei de esportes, cheguei a iniciar o jornalismo e seguir no jornalismo esportivo, mas acabei trocando para a Educação Física, onde vivemos mais intensamente o esporte.

Para o futuro, quais são seus planos?
Tenho vários planos. Dentre eles o mais importante é ter meus pequenos por perto. Mas, profissionalmente, juntamente com meu pai, quero abrir um centro multiesportivo, onde crianças poderão vivenciar e praticar diversos tipos de esportes, com profissionais capacitados, materiais de primeira linha, no contraturno de suas atividades acadêmicas.

O que te tira do sério?
Burocracia, ingratidão e hipocrisia. A falta de vontade de muitos pelo bem coletivo, também.

Qual seu hobby?
Jogar futebol, participar de gincanas culturais pelo estado, jogar videogame, ler e cozinhar.

Um livro: As brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley.

Uma música: Bom, são duas: Viajar (Papas da Língua) e Dia Especial (Cidadão Quem).

Quem você tem como exemplo?
Meus dois pilares são: meu pai, que é meu mestre, meu guru, o cara é um guerreiro. E minha mãe, que é dedicada, esforçada e batalhadora.

Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal:
“De nada adianta baixar a cabeça e reclamar. Use a tristeza, a ausência, os momentos que não vivemos com aqueles que amamos para se fortalecer e se motivar. Coloque um sorriso no rosto, erga a cabeça e siga em frente, pois logo ali desfrutarás do prazer absoluto. Ele sabe o que faz.”

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