Como é o trabalho desenvolvido na Sociedade Cultural? Estamos trabalhando na reestruturação do clube, buscando, por exemplo, sua solidificação financeira. Para isto, estamos realizando ações como um galeto e, recentemente, o tradicional baile de kerb da Sociedade. Também alugamos nossa sede para eventos e, a partir do próximo ano, iremos fazer locações de nossa boate.
Como é para você estar à frente de uma entidade fundada há quase 60 anos? Estou em meu segundo mandato como presidente, sendo que assumi o grupo em 2009. Certamente este é um grande desafio, pois queremos auxiliar o clube a se desenvolver, melhorando sua estrutura e resgatando sua imagem. É um trabalho longo, mas que começa a dar bons resultados. Agora estamos realizando um ótimo trabalho, somando nossa equipe com antigos sócios da Sociedade.
E sua história com o Guarani, como aconteceu? Meu pai foi membro de uma das primeiras diretorias do clube. Por isso, estou vinculado ao clube desde que era criança. Já fui presidente em outras ocasiões e é muito gratificante estar à frente de um dos clubes mais tradicionais da região, fundado em 1963. Além disso, aqui fazemos muitos amigos, conhecemos outras pessoas, nos divertimos.
Conte sobre sua trajetória profissional: Trabalho desde os oito anos de idade em ateliers do município. Passei toda minha carreira no setor calçadista, exceto quando fui estagiário na Caixa Econômica Federal, na adolescência, e diretor municipal de desporto, em 2008. Ao longo do tempo fui me capacitando para trabalhar onde estou hoje, na linha de compras e programação, e há quatro anos atuo na Endutex, em Três Coroas.
Como você se define? Uma pessoa simples, humilde, batalhadora.
O que gosta de fazer em seu tempo livre? Bom, tenho uma grande paixão por futebol. Gosto de jogar, de assistir, de acompanhar – e também de viajar.
Um sonho: Fazer um cruzeiro pela costa brasileira.
Quem você tem como exemplo? Meu pai, pelo exemplo de honestidade que deixou. Também, Ayrton Senna, pelo exemplo de vida e perseverança.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal:
“Que as pessoas continuem crendo que o bem pode, e irá, superar o mal. Também, que acreditem nas instituições, pois elas são as responsáveis pela força e organização de uma cidade, estado e nação.”


