Conte um pouco sobre a sua história: Nasci em Taquara, estudei no Santa Teresinha e no Dorothea. Comecei a trabalhar aos 12 anos, na Bomlar. Quando eu tinha 17 anos meus pais abriram a loja (atual Casabem) e passei a integrar a equipe. Mais tarde trabalhei em uma empresa de Campo Bom, onde conheci meu marido. Quando minha mãe faleceu retornei para os negócios da família.
Comente sobre a opção por uma família numerosa: Sou filha única e sempre me senti muito sozinha sem irmãos. Então alimentei o desejo de ter uma família com quatro filhos! O Antônio, meu marido, queria duas crianças. Decidimos por três! Todos foram bem planejados. Essa loucura de “familião” é uma delícia, mas precisamos de rotina e planejamento para organizar o tempo. Conto com o apoio do Antônio, que pega junto nas tarefas. Tem final de semana que temos até cinco festinhas de aniversário dos coleguinhas!
Fale sobre a participação no grupo de corrida Ad Movere: Nunca tive interesse por atividade física, não me sentia motivada por nenhum esporte. Mas me encontrei na corrida! Praticava eventualmente, integrando o grupo Ad Movere. Depois do terceiro filho estipulei uma meta pessoal: correr uma prova de meia maratona (21 km). Estava com sobrepeso, pressão alta… Era o momento de focar em hábitos mais saudáveis. Iniciei acompanhamento médico, fiz uma cirurgia gástrica. Comecei a fazer academia – focada em exercícios funcionais para reforçar a musculatura. Retomei as corridas com comprometimento. Em outubro vou participar da prova Indomit, correndo os 21 km que me propus. Além dos benefícios do esporte, a corrida propicia encontros agradáveis e novas amizades.
E a sua atividade profissional na Casabem? Sou gerente da loja Casabem de Taquara. Também integro a equipe que coordena as capacitações para gestores, colaboradores, vendedores e montadores da rede (com 34 lojas). Recentemente coordenei o fórum de vendedores, com a responsabilidade de organizar o treinamento que reuniu todas as unidades.
Como você se define? Sou elétrica, ligada na tomada! E de bem com a vida. Também sou agregaria: gosto de reunir pessoas… Estar na companhia da família, amigos, colaboradores, colegas dos filhos. Tento ser multitarefas para cuidar da casa, das crianças, praticar algum esporte e me dedicar ao trabalho.
Uma habilidade especial: Mediar conflitos.
O que gosta de fazer no tempo livre? Estar com a família, aproveitar momentos com o marido e filhos. E correr!
Um livro: Estou lendo o livro “Como Eu Era Antes de Você”. Mas gosto de citar o “Violetas na Janela”, é um romance espírita.
Um filme: Como Se Fosse a Primeira Vez
Um lugar: Serafim Correa, onde meus avós moram.
O que gosta de ouvir? Sou bem eclética. Meu pen drive tem de tudo! Adoro a música “A Letra A”, do Nando Reis. Meus três filhos têm nomes que iniciam com a letra “A” por causa dessa canção.
Quem você tem como exemplo? Meus pais: Antônia (em memória) e Eroaldo Turmina. Ela me ensinou a nunca desistir; teve um diagnóstico de câncer quando eu tinha menos de dois anos de idade. Determinou que lutaria para me criar até os 21 anos. E assim fez! Mesmo com a doença em estágio avançado, sempre manteve o sorriso no rosto. O meu pai é o exemplo de retidão e dedicação ao trabalho.
Um sonho: Ter mais tempo com as crianças. Viajar e apresentar lugares para eles!
Deixe uma mensagem para os leitores do Panorama: Viva feliz… No trabalho, nas relações com família e amigos! Não importa se o dia está cinza, ser feliz é para agora!


