Como é sua história, Jones? Meus pais viviam no interior de Frederico Westphalen, no campo, onde permanecemos até que eu completasse seis anos. Naquela época, um tio que morava em Parobé fez o convite para que viéssemos para cá, pois havia bastante trabalho e o salário no final do mês era garantido, diferente da vida na lavoura. Então viemos, e meus pais foram trabalhar com calçado. Eu, aos 12 anos, comecei como ajudante em uma madeireira e, aos 16, fui para o ramo da informática, trabalhar como instrutor na Styllus, onde fazia cursos. Ali permaneci cerca de quatro anos, quando já era gerente da unidade. Em seguida, fui para a Incotelas, onde trabalhei por outros quatro anos, atuando no setor administrativo. Neste meio tempo, me formei como técnico em Informática, no Dorothea, e depois, aos 23 anos, abri meu negócio, tendo como sócio, Marciel Fergutz Dorr.
Você criou sua empresa aos 23 anos. Como foi empreender tão jovem? Sempre gostei de informática e também queria ter meu próprio negócio. A oportunidade surgiu há cerca de 11 anos. Naquela época, havia uma carência em empresas de cópias aqui em Parobé, então criamos a Cyber Cópias. Aos poucos a demanda de trabalhos cresceu e um novo mercado foi se moldando, o ramo de vendas e assistência técnica de informática, representando a maior parte do faturamento, como é hoje.
Já sua trajetória na CDL, como ocorreu? Eu já estava há uns quatro anos com o meu negócio, então, o empresário Moacir de Morais, da Incotelas, era o presidente da CDL e me convidou para integrar o grupo da diretoria. Já atuo na CDL há cerca de sete anos, sempre com uma postura participativa dentro da diretoria. Fiquei muito honrado quando surgiu a indicação para que eu assumisse a presidência, pois é uma grande uma responsabilidade representar o comércio local que hoje é a segunda fonte da economia em nossa cidade. Temos aproximadamente 450 associados e gerenciamos o trabalho através de uma equipe comprometida e eficiente, que dá sustentação à diretoria.
Como você se define? Uma pessoa inquieta, que sempre busca mais. Valorizo muito a família e busco sempre fazer o bem, agir com honestidade e caráter.
O que gosta de fazer em seu tempo livre? Bom, tenho muito pouco tempo (risos). Gosto de me envolver em atividades comunitárias e sou membro do Rotary, atuo como tio do Interact. Também participi do Inevam, em Três Coroas, como voluntário.
Um programa para o final de semana: Não abro mão de passear com a família e dedicar tempo a ela. Para mim, a família representa a base e estrutura de tudo.
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