Conte um pouco sobre a sua história: Nasci no Rio de Janeiro, onde morei até os 12 anos. A mudança para Taquara aconteceu para acompanhar projeto profissional do meu pai, que trabalhou na Azaléia. Estudei e me formei no Colégio Santa Teresinha. Meu primeiro emprego foi como vendedor na loja Kamajo, de Taquara. Foram cinco anos integrando a equipe da loja, fiz muitas amizades neste período, sempre tive bastante facilidade de comunicação. Também foi uma oportunidade importante para aprender técnicas de venda e de trabalho com o público.
Como se deu a escolha pelo setor imobiliário? Após trabalhar no setor de locação de uma imobiliária, decidi que era o momento de buscar outros objetivos. Mas novas propostas surgiram no mesmo segmento. Fiz o curso de TTI (técnico em transações imobiliárias) e reafirmei meu gosto pela venda de imóveis. Há dois anos atuo como corretor.
Fale sobre o envolvimento com entidades e associações: Desde que vim morar em Taquara me envolvi com o trabalho voluntário em diferentes áreas. Participei ativamente na Apata e sigo com o trabalho na Apae. Também integro a diretoria do EXA, Associação de ex-alunos do Colégio Santa Teresinha. Gosto de dedicar meu tempo a estas atividades. Mais recentemente estou engajado com as atividades do Centro Espírita Don Feliciano. Minha participação sempre aconteceu através de convites.
Comente sobre a participação no EXA: Gosto da ideia de promover reencontros, do saudosismo. A associação de Ex Alunos do Colégio Santa Teresinha organiza encontros anuais de ex-alunos formados ou não no Santa. A cada ano são homenageados os formandos da década. É uma oportunidade de convivência!E o gosto pelo idioma alemão? Meu pai falava alemão. Quando mudei para o Rio Grande do Sul me interessei mais pelo idioma, por uma proximidade com a cultura germânica e também pelos laços familiares – minha família paterna é descendente de alemães. Há três anos decidi aprimorar o idioma e iniciei o curso de alemão. Já sou formado em inglês! Acredito que é um conhecimento importante para expandir a comunicação, que é tão forte em mim.
Como você se define? Sou comunicativo, expansivo, leal e agitado.
Uma habilidade especial: Memória! Decoro nomes, datas de nascimentos, RG’s, CPF’s, telefones, placas de carros…
O que gosta de fazer no tempo livre? Tomar chimarrão com os amigos.
O que gosta de ouvir? Música eletrônica e sertaneja.
Um lugar: Parques ou serra.
Quem você tem como exemplo? Meu pai; falava sete idiomas, era muito comunicativo. É a base da minha formação pessoal e profissional, da construção de valores.
O que lhe tira do sério? Atraso.
Um sonho ou projeto: Viajar o mundo.
Deixe uma mensagem para os leitores do Jornal Panorama: Faça sempre o que quiser fazer, independentemente do que os outros pensarem, mas consciente de que existem consequências para cada ação.


