Conte-nos um pouco sobre sua história: Minha família mudou para Igrejinha quando eu tinha sete anos. Minha mãe (em memória) era enfermeira e recebeu convite para integrar a equipe do hospital. Mantenho um carinho grande pela minha cidade natal, Camaquã, mas me considero igrejinhense. Igrejinha é encantadora, bonita, bem localizada!
Fale sobre sua atividade profissional: Meu primeiro trabalho foi como professora de ballet. Iniciei cedo na dança, aos 4 anos. Minha mãe me levava no colo para as aulas! Parei de lecionar ballet para me dedicar à graduação em Administração. Minha trajetória no Senac teve início a partir de uma seleção de professores para o curso de Gestão, em 2011. Assumi a vaga e, paralelamente, contribuía com atividades administrativas. Em fevereiro deste ano me tornei diretora da unidade de Taquara. Antes de assumir o cargo realizei uma preparação, com duração de dois anos, um programa de treinamento do Senac. Amo o que faço. São muitas oportunidades para o trabalho e para a vida. O aluno sai diferente, melhor! É gratificante ser diretora de uma escola que oportuniza isso!
Como você se define? Corro atrás dos meus objetivos. Sou teimosa e determinada. As oportunidades acontecem quando a dedicação acompanha o sonho. Assumi a direção do Senac Taquara aos 27 anos, foi uma conquista batalhada. A pouca idade é mais um desafio! Preciso demonstrar maturidade e profissionalismo. Gosto quando escuto a frase: “É, merece!”. Isso significa que as pessoas reconhecem minha competência. É mais do que me parabenizar pelo cargo, é enxergar o merecimento.
O que gosta de fazer no seu tempo livre? Sou apaixonada por séries de tv, chimarrão e a minha casa.
O que lhe tira do sério? Injustiça.
O que gosta de ouvir? De tudo! Depende da situação… De mantras à música gaúcha nos churrascos de domingo.
Um lugar: Onde minha família estiver! Substituo o lugar pelas companhias.
Habilidade especial: Não dramatizar problemas! Minha mãe faleceu há dois anos, vítima de um câncer terminal. A partir desta experiência desenvolvi a habilidade da resiliência.
Comida predileta: Brigadeiro de panela. E um japonês sempre cai bem!
Deixe uma mensagem aos leitores de Jornal: “Comece pelo porquê”, Simon Sinik. Esta é a frase do ano do Senac! Acredito que se aplica a todo mundo: a importância de começar pelo porquê – entender o motivo pelo qual está fazendo algo. Ou seja, não fazer por fazer! Buscar sentido nas ações: porquê tem amor, porquê gosta…


