Perfil

JULIANA TAVES GULARTE

Formada em Processos Gerenciais, ela é a gerente do estacionamento rotativo de Parobé. Natural de Esperança do Sul, vive no Paranhana há cerca de três anos. É casada com Paulo Cularte e, aos 31 anos, mãe de Andriele Letícia Gularte, de seis anos. É filha de Marlene Teves e Pedro Neocir Teves (em memória).

Conte sobre a sua história: Morei em Esperança do Sul quando pequena, e depois fui com meus pais, que eram agricultores, para Três Passos. Passado algum tempo, eles se separaram e quando completei 14 fui morar na cidade, onde estudei, me formei, casei. Mais tarde, fomos para Panambi, município em que trabalhava como soldadora em uma metalúrgica. Um dia, visitamos familiares em Parobé e surgiu a ideia de vir morar aqui e, mais tarde, nos mudamos.

De soldadora à gerente do estacionamento. Como é sua história profissional? Comecei como secretária, e depois fui trabalhar na linha de produção da Sadia. Eu queria muito me formar, então nunca tive medo de trabalhar. Mais tarde fui para a metalúrgica, onde permaneci por cerca de um ano e meio, e, quando viemos para Parobé, abrimos um supermercado, que foi fechado no ano passado. Quando fiquei sabendo que haviam aberto a seleção para montar a equipe do estacionamento resolvi me candidatar, e deu certo, fui aprovada. Hoje estou feliz atuando ali, pois é um constante aprendizado, tanto com as funções do dia-a-dia quanto com as outras pessoas da equipe e das ruas e seus pontos de vista.

Você tinha o sonho de concluir o ensino superior, mas por que a escolha por Processos Gerenciais? Assim que comecei a estudá-lo, tive familiaridade com o curso. Sempre gostei muito de conhecer pessoas, organizar documentos, e ele mescla um pouco de cada área, abrangendo, por exemplo, Administração e Recursos Humanos.

Como você se define? Uma pessoa justa, trabalhadora e amiga.

O que gosta de fazer em seu tempo livre? Adoro ficar com a família, dedicando tempo à filha. Gosto de fazer o que ela gosta, sair, passear, ir ao cinema.

Gosta de filmes? Um que a tenha marcado: Certamente, Noite sem fim.

E música? Pode parecer engraçado, mas gosto de Amado Batista, e também de canções tradicionalistas e sertanejo. A que tem mais significado para mim é “The one”, do Elton John.

O que a família representa para você? Nossa, é tudo, a base de tudo. É o porto seguro, o alicerce, o escape dos problemas cotidianos e também o incentivo para encarar os desafios, incentivando ir atrás do que se deseja. É a minha maior prioridade.

Em quem você se inspira? Na minha mãe, pois ela é uma verdadeira guerreira. Fez de tudo para cuidar dos filhos e devo tudo o que sou hoje a ela. É o meu espelho, e espero conseguir ser a mãe e mulher que ela é.

Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal: “Na vida precisamos dar mais valor para o ser, invés do ter. Afinal, o tempo passa rápido e infelizmente passa para todos nós e não há como voltar atrás. A vida existe para ser vivida, e eu não estou aqui para ser apenas mais uma.”