Fale sobre a sua história: Nasci em Novo Hamburgo e comecei a trabalhar cedo, fabricando e instalando móveis com meu pai. Em 2003, aos 23 anos, fui convidado para ser estagiário em uma empresa que atuava com comércio exterior e até iniciei faculdade na área. Três anos mais tarde, uma organização que era nossa cliente me convidou para auxiliá-los em serviços de exportação e, como realizamos um bom trabalho, acabei me tornando o gerente do setor. Sempre fui movido a metas e, em 2009, após decidir que não queria mais trabalhar com exportação, atuei com importação de materiais de acabamento para construção civil por mais um ano. Um ano depois resolvi me voltar para o mercado interno e surgiu uma oportunidade de integrar uma equipe da rede Volkswagen onde, por gostar de carros e vários outros fatores, me identifiquei e sigo até hoje, já passando por várias unidades e funções gerenciais.
Você passou pela exportação, importação e foi parar em concessionárias de veículos. O que lhe gerou identificação?Eu sempre tive uma relação com carros e isso acabou influenciando minha escolha e permanência no setor. Quando pequeno eu tinha vários carros de pedal e até um kart, e sempre preferi brincar com carros do que jogar bola, por exemplo. Depois passei a acompanhar corridas, assinar revistas do segmento e estar sempre atento às novidades. É um hobby que virou profissão. Ademais, aqui consigo trabalhar com vendas e liderança de equipes, áreas das quais gosto muito.
Como você se define? Sou bastante ambicioso e metódico. Acredito que tenha um perfil de liderança.
O que gosta de fazer no seu tempo livre? Cozinhar, viajar e conhecer locais novos, passear de moto, assistir filmes e shows de música.
Um filme: Difícil falar uma obra, mas gosto de tudo que envolva máfia, negócios, bolsa de valores, administração em geral.
O que gosta de ouvir? Curto bastante rock e também outras coisas, como música tradicionalista. Também gosto de projetos instrumentais, como 2Cellos.
Um sonho: Ter filhos e envelhecer com bastante saúde.
O que lhe tira do sério? Injustiça, certamente.
Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal: “Claro que a crise existe, mas é potencializada pelo sentimento de crise, por muitas pessoas deixarem-se abater e colocarem nela a culpa de uma série de coisas. Acredito que se cada um confiasse um pouco mais, se desempenhasse um pouco mais, fizesse a sua parte, iríamos acelerar este processo e sair logo dessa situação. Também creio que precisamos olhar mais ao nosso redor e ver pontos positivos, e não apenas o que há de ruim onde vivemos quando comparamos com outros lugares”.


