Perfil

Adriana Pereira

Diretora da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Adriana está com 32 anos e é natural de Taquara. É casada com Celso Ricardo Ferreira, mãe da pequena Ana Clara (de 10 meses) e madrasta de Laura Ferreira, de 12 anos. Filha de Albanita Izaura Pereira e João Pereira, é formada em Desenvolvimento Rural, pela UFRGS.

Conte sobre a sua história: Sou filha de agricultores e sempre vivi em Morro Negro, distrito de Parobé que faz divisa com Taquara. Fiz o ensino fundamental ali mesmo e depois fui estudar no Cimol. Sempre ajudei meus pais no campo até que eles começaram a trabalhar com fumo e eu decidi prestar concurso público, sendo chamada para trabalhar em uma biblioteca, em Parobé. Depois de três anos, fui trabalhar como estagiária no Sesi, também na biblioteca, por mais três anos. Motivada por trabalhar com educação iniciei algumas graduações, como História e Letras na Faccat, mas acabei cursando Desenvolvimento Rural, na UFRGS, onde me formei em 2013. No mesmo ano iniciei na Secretaria e, em 2012, tive uma vivência na França onde pude estudar o desenvolvimento e turismo rural.

O que lhe levou a trocar a área de seu curso superior? A minha vida está toda relacionada ao meio rural, desde que nasci. Um dia, uma amiga me falou do curso de Desenvolvimento e, quando eu fui ver como era, me identifiquei muito. Fico feliz em poder trabalhar nesta área hoje, pois sei que o município colherá os frutos daqui alguns anos, com agroindústrias familiares e famílias no campo mais organizadas e com qualidade de vida melhor. Pessoalmente, sonho um dia em poder viver no campo, produzindo tudo o que for necessário para mim e para minha família, mantendo-nos longe dos agrotóxicos.

Como você se define? Uma batalhadora, que não desiste e não se deixa abater pelas adversidades.

O que gosta de fazer em seu tempo livre? Curto ficar com a família, tomar um chimarrão

Um filme: Gosto bastante de assistir filmes. Ultimamente, por causa da Ana Clara, olho mais animações, mas gosto muito de títulos como Anjos e Demônios ou Código Da Vinci.

E no seu rádio, o que toca? Sou eclética, mas gosto mais de rock, como Pink Floyd, Led Zeppelin, Titãs, Raul, Cazuza.

Em quem você se inspira? Como personalidade, eu citaria o Nelson Mandela, por toda sua importância e feitos pela igualdade racial na África do Sul. Ele esteve mais de 20 anos preso e, mesmo assim, continuou pregando o discurso da igualdade, de fazer o bem. E também cito a minha mãe, pois ela enfrentou todos os problemas e a falta de dinheiro pelos quais passamos com firmeza e sempre encontrando soluções. Ela tem uma grande alegria de viver e também responde sempre com o bem e vê os acontecimentos por um lado positivo, ainda que sejam ruins.

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