Perfil

JAMIR FORTUNATTO DALENOGARE

Natural de Santiago, Jamir é chefe do escritório da Emater de Parobé há um ano e meio. Técnico em Agropecuária, também se formou no tecnólogo em Desenvolvimento Rural. Casado com Jacquelini Collovini Dalenogare é pai do pequeno Lorenzo, de seis meses.

Conte sobre sua trajetória profissional:
Me formei como técnico agrícola em 1988, então passei a atuar em uma empresa de reflorestamento de Estância Velha, onde também residi até 1997. Em seguida, voltei ao campo e trabalhei como produtor rural em Arroio dos Ratos, onde ainda resido, até 2013. Nesta época, plantava melancias e acácia negra para reflorestamento. Depois, atuei na Companhia Riograndense de Mineração, a CRM, de motorista a gerente de suprimentos, até ser chamado para trabalhar na Emater.
Como é sua relação com o campo?
Sou filho de agricultores e é mexer com a terra que eu realmente amo fazer. Morei na roça até os 12 anos, quando a deixei para ir estudar. Mas conhece aquela história de que a gente deixa o campo mas ele não deixa a gente? É nisto que eu gosto de trabalhar, com os produtores e a produção. Deixei a CRM para me dedicar ao rural, pois lá eu ficava muito fechado, e para quem gosta do campo isto chega a ser deprimente. Trabalhar no campo é melhor, contribui para a qualidade de vida.
Como é a vida do produtor local?
Antes de vir para cá, imaginava que Parobé era apenas calçado, mas logo vi que o interior daqui produz muito. É interessante que há um sistema de cadeias curtas, ou seja, há um mercado de clientes próximo ao produtor, que é vantajoso. Atualmente, Parobé tem uma forte produção de mandioca e melancia.
Como você se define?
Sou tranquilo, transparente e gosto de ver as coisas certas. De fácil convivência, gosto de fazer amizades por onde passo.
O que faz em seu tempo livre?
Trabalho. Não consigo ficar parado.
Qual seu hobby? Tocar guitarra e brincar de luthier.
Uma música: Tocando em frente, de Almir Sater.
Um artista: Dois. Slash e Raul Seixas, que me fez
gostar de rock.

Um desejo: Como agora fico durante a semana em Parobé, a saudade da família aperta. Queria estar mais tempo com a esposa e filho.

Em quem você se inspira?
Sabe, não costumo ter uma pessoa em específico como referência, mas me espelho naquilo de bom que as pessoas fazem.

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