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Sandro Guilherme da Silva

Sandro Guilherme da Silva, 46 anos, natural de Taquara. É casado com Sonia Wommer da Silva, de 47 anos. Está

perfilSandro Guilherme da Silva, 46 anos, natural de Taquara. É casado com Sonia Wommer da Silva, de 47 anos. Está cursando Administração na Faccat, é secretário-executivo do Sindicato das Indústrias de Calçados de Parobé – Sindicap, secretário do Conselho Comunitário de Segurança Pública – Consepro de Parobé e tesoureiro da Apae do mesmo município.

O que representa para você a atuação no Sindicap?
Atuo no sindicato há 14 anos e meio (desde 1994). Antes disso, trabalhei na área financeira e de recursos humanos na Calçados Bottero. Para mim, representa um desafio atender as necessidades e procurar resolver as demandas das empresas, atuando em várias frentes, como, por exemplo, na destinação correta de resíduos, negociações salariais, entre outras.

Como você avalia o setor calçadista de Parobé hoje?
Acredito que ele esteja bastante modificado em relação a alguns anos atrás. Atualmente, está sofrendo com as importações que estão acontecendo, fato que tem sido bastante divulgado. Contudo, sabidamente Parobé possui mão de obra qualificada, o que é um diferencial.

Comente sobre sua participação em trabalhos comunitários.
Dou suporte administrativo ao Instituto Pró-Criança de Parobé(IPCA), criado pelo Sindicato das Indústrias de Calçados. A iniciativa surgiu da necessidade de combater o trabalho infantil e o interessante lá é o fato de proporcionar para crianças um atendimento acompanhado por profissionais que vão dar a elas algo mais do que a escola normal. Além desse trabalho, o Sindicap também desenvolve o programa Mini-Empresa, da Junior Achievement, o qual incentiva jovens de segundo ano do ensino médio a despertarem para o empreendedorismo, através do método “aprender fazendo”. Já na Apae atuo mais na parte burocrática, mas aprendi bastante sobre o funcionamento da entidade e sua importância. Apesar de não ter filhos, dessa forma acabo assumindo um pouco a questão paterna. Atribuo a motivação ao trabalho comunitário pelo fato de não conseguir ficar parado, buscando sempre contribuir, pois gosto de ser útil.

Quais são suas impressões de Parobé?
As pessoas têm um espírito acolhedor e, para mim, principalmente a praça (1º de Maio) é um patrimônio incalculável para a cidade. Além disso, apesar de o município apresentar deficiências em relação à segurança, muitas pessoas estão preocupadas e empenhadas com a questão.

Quais são suas principais características pessoais?
Apesar de transmitir calma aos outros, particularmente não sou assim. Tenho ânimo de realizar coisas, sou muito diplomático, procuro o entendimento das situações, sou muito perfeccionista, detalhista e gosto de ajudar.

O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Ler, caminhar, participar de trabalhos de grupos comunitários.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos quando ela trabalhava na rodoviária de Sapiranga. Em seguida aconteceu a coincidência dos ‘S’s, como brincamos: “o Sandro encontrou a Sônia na Sociedade Sete de Setembro, em Sapiranga, no mês de setembro” e depois começamos a namorar. O que mais admiro nela é seu senso de justiça e a facilidade com que se comunica com as crianças.

O que lhe tira do sério: fila de banco, mentira e falsidade.

Quais são seus planos para o futuro?
Aos 50 anos, gostaria de fazer o Caminho de Compostela. Pretendo, ainda, presidir alguma entidade e me formar na faculdade. Também abrir um negócio próprio e fazer carreira política. É importante que as pessoas façam seus planos, pois eles te trazem metas e só de pensarmos em ser possível já estamos movimentando o meio para que as coisas aconteçam.

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