Perfil

Samuel Krummenauer

Samuel Krummenauer, aos 32 anos, Samuel é sócio na empresa Refinatto e responsável pela produção e declamações do grupo Vigüela

perfil samuelSamuel Krummenauer, aos 32 anos, Samuel é sócio na empresa Refinatto e responsável pela produção e declamações do grupo Vigüela Pampa. Natural de Taquara, namora a advogada três-coroense Giani de Moraes, é filho de Lauri Paulo e Janete Beatriz e irmão de Igor e Matheus.

Conte um pouco sobre seu relacionamento com a tradição gaúcha:
Fui o primeiro da família a demonstrar interesse pelo tradicionalismo, participar de grupos de danças, visitar CTG’s. Acho que aquilo que difere de nossa realidade nos chama a atenção, talvez, por isso, sempre gostei de cavalos, da música tradicionalista e de sua sonoridade, das artes. Quando tinha uns 16 anos comecei a ir mais a fundo na tradição gauchesca, participar da organização de eventos no CTG, ter um contato mais profundo com a música, além de ler as cartilhas do MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho).

Fale sobre o envolvimento com o Vigüela PAMPA:
O Igor era músico e o Matheus estava começando a tocar. Então, durante o acampamento farroupilha de três anos atrás, resolvi juntar o pessoal e montar o grupo. No início deste ano, começamos a levar a banda mais a sério, inclusive com ensaios semanais. No palco, eu faço participações especiais, apresento os componentes e falo dos propósitos e valores do grupo.

Qual o principal objetivo do grupo?
Levar a música a todos, principalmente para aqueles que estão fora de CTG’s. Muita gente tem um certo preconceito com os centros, pois acreditam que é lugar de “música velha” e é essa imagem que nós queremos quebrar, mostrar que o tradicionalismo pode ser moderno, atual, e cultuar as nossas raízes. Fazemos uma música jovem para atender uma sociedade jovem, que busca algo novo, mas que, mesmo assim, esteja ligado às tradições.

Como vocês chegaram a este nome?
Ele foi pensado estrategicamente, está ligado à nossa proposta. Vigüela é um termo castelhano e se refere ao violão, instrumento escolhido por representar a sonoridade e a melodia de um canto carregado de sentimento, de verdades e virtudes comuns a qualquer povo que, um dia, já foi colônia explorada. E Pampa está ligado ao nosso chão, por ser a nossa identidade e quem cantamos.

Conte um pouco sobre sua trajetória profissional:
Meu pai e meu irmão têm a Mago Comunicação Visual desde 1998 e, um ano depois, eu deixei outro emprego para trabalhar junto deles. Em 2010, meu pai migrou para outro ramo e nós começamos a trabalhar com o metal, logo dando início à Refinatto.

Como você se define? Me considero um observador e estrategista.

O que gosta de fazer nas horas vagas? Me reunir com os amigos, especialmente em grupos grandes, sempre com música e churrasco.

Uma mania: Observar, em todos os sentidos. Gosto de analisar palavras, sua origem e significados; pessoas, comportamentos.

Um prato: Salada.

Um lugar: Quero viajar pelo Estado e conhecer bem nosso Rio Grande. Antes de sermos do Mundo, temos de ser regionais, conhecer melhor o que está perto da gente.

“Faça por você e para você. Não importa o que você fizer, não faça para agradar outras pessoas ou mostrar aos demais, mas sim,

por você mesmo e para sua própria felicidade. Assim, depois, será mais fácil até mesmo ajudar os outros.”

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