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Comissão Interventora do Hospitalar Dr. Oswaldo Diesel divulga balanço financeiro

A comissão interventora que está temporariamente respondendo pela gestão do Hospital Dr. Oswaldo Diesel, de Três Coroas, divulgou nesta segunda-feira

A comissão interventora que está temporariamente respondendo pela gestão do Hospital Dr. Oswaldo Diesel, de Três Coroas, divulgou nesta segunda-feira (26) um balanço com os gastos e a receita da instituição no mês de setembro. Como já era previsto, a casa de saúde ainda está com suas finanças no negativo, mas a atual administração acredita que situação deve ser equilibrada já em outubro.

Conforme o levantamento, a arrecadação do hospital em setembro deverá ser de R$ 350.227,10, proveniente de convênios, incentivos e doações. Já a despesa é de R$374.131,10. Ou seja, o hospital possui neste mês um déficit de R$ 23.903,91.

Os principais gastos da instituição são com o pagamento da folha, de rescisões, de empréstimos, de fornecedores e de prestadores de serviços.

Conforme a presidente da Comissão Interventora, Regina Lacerda, as medidas tomadas pela nova administração começarão a dar resultados a partir de outubro, apesar de o grupo estar a menos de um mês a frente do hospital.

“A nossa expectativa é de que a partir de outubro as finanças do hospital comecem a reagir. Se tudo der certo, e estamos trabalhando para isso, conseguiremos equilibrar as contas do hospital. Firmamos um contrato global com o governo estadual e as verbas não virão mais em pequenas parcelas”, explica a Regina.

De acordo com ela, várias medidas estão sendo tomadas para estancar a sangria financeira da casa de saúde. “Também estamos otimizando os recursos humanos, utilizando servidores da prefeitura em determinados serviços do hospital. Além disso, estamos comprando medicamentos e outros produtos por meio da prefeitura. Desta forma conseguimos preços melhores, diminuindo significativamente os nossos custos”, projeta a presidente.

A Comissão Interventora está à frente do Hospital Dr. Oswaldo Diesel desde o dia 2 de setembro, devido ao iminente perigo de interrupção na prestação dos serviços hospitalares em Três Coroas. O grupo tem até o mês de fevereiro para salvar o hospital, que até então era administrado por uma fundação hospitalar.

 

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