Desde meados do ano, as Bolsas de Valores estão no centro das atenções do mundo inteiro, devido à crise financeira que se verifica em escala internacional. No mesmo período, os investidores desse tipo de mercado vêm amargando grandes perdas em suas aplicações, que aqui no Brasil chegam a superar os 50%.
Mas, o que levaria o trabalhador comum a aplicar seu “suado dinheirinho” em ações de empresas, quando as notícias falam que elas nunca valeram tão pouco como agora? Para um especialista taquarense, é justamente este o momento oportuno, desde que o investidor tenha uma visão de longo prazo.
Formado em Administração pela Faccat, e com cursos de especialização realizados em São Paulo, além de ser filiado ao Instituto Nacional de Investidores (INI), Henrique de Assis Dörr explica que a Bolsa de Valores é o tipo de negócio recomendado para quem sabe lidar com o emocional e não tem pressa de ganhar dinheiro. “É importante também que se tenha uma boa orientação, principalmente quando não se é um especialista”, argumenta.
No momento atual, segundo ele, é possível vislumbrar boas perspectivas de ganhos no longo prazo, devido ao baixo valor das ações em geral. Segundo Dörr, o investidor deve vislumbrar um horizonte superior a cinco anos e escolher uma empresa boa para aplicar os seus recursos.
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