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“A polêmica do aborto”

Estava aqui pensando com os meus botões, como intolerante tem sido a humanidade em que estamos vivendo. Simplesmente não se aceita opiniões contraditórias ao senso comum. E quem mais reinvindica respeito, não respeita quem pensa diferente.

Um exemplo é o aborto realizado na menina de 11 anos, autorizado em razão dela ter sido, segundo informações de setores da mídia, estuprada. Sendo assim, seu direito legal em realizar esse procedimento, estaria assegurado. Li muito essa verdade absoluta em tudo que é lugar, mídia, contatos, pessoas que sigo.

E as informações de que o rapaz que ela teve relações, tinha 13 anos, alguém repercutiu? Ou que ele seria namorado dela? Ou mais ainda, que as relações eram consensuais e mais de uma já tinham ocorrido?

Em tempo, gestação de 28 semanas pode ter aborto?

São questionamentos que eu acho essenciais serem feitos no momento em que uso uma bandeira, para me manifestar.

Estupro é algo odioso, cruel, imperdoável. Mas, vejo que a mente humana em sua maioria, não para e pensa na consequência de um ato.

Um bebê no ventre, já sente dor, se mexe, tem vida.

E com 28 semanas já se pode fazer parto. Matar ele dentro de uma barriga é o mesmo que matar fora, é sim assassinato.

Só que ninguém vê, os olhos não enxergam, aí uma sociedade que infelizmente é hipócrita em alguns aspectos, permite e aplaude, pois supostamente faz justiça a um crime hediondo cometido contra uma mulher. Crime que sequer o tribunal da internet pesquisa para saber se realmente aconteceu.

Quanto ao direito da mãe em não querer ter o filho depois de dado a luz, ao meu ver, problema algum. Cada um sabe o que o seu psicológico e maturidade aguenta. Ah, mas quem defende o direito do aborto dirá que os orfanatos estão cheios. Então a solução é matar as crianças órfãs?

Matar bebê na barriga é isso.

Por Cassiano Gottlieb, de Taquara
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